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Poupanças e Investimentos Seguros

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Poupanças e Investimentos Seguros

31
Out10

Com alta de 7,6%, ouro lidera ranking de investimentos no Brasil

adm

Em um mês que contou com picos de bom humor e momentos de maior aversão ao risco, nenhum dos ativos acompanhados apresentou variação negativa. O destaque dentro desse ambiente ficou com o ouro, que teve a maior rentabilidade entre os ativos acompanhados pelo Valor Online. O metal precioso acumulou valorização de 7,67%.

O ouro e outras commodities estiveram no foco dos agentes agora em outubro conforme oscilavam as expectativas de quanto dinheiro o Federal Reserve (Fed), banco central americano, está disposto a injetar na economia dos Estados Unidos.

Um número deve ser dado já na primeira semana de novembro. Quanto mais dinheiro o Fed liberar melhor a perspectivas para as matérias-primas e outros ativos de risco, pois o dólar perde atratividade e obriga os investidores a buscar rendimento em outros mercados.

De volta ao ranking, a segunda melhor aposta foi o euro, que ganhou 2,43% no mês.

Já a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que chegou a flertar com os 72 mil pontos, perdeu fôlego e fechou o mês com valorização de 1,79%. Resultado positivo, mas um tanto tímido quando comparado com o ganho de 6,58% que registrou em setembro, quando liderou a lista de investimentos.

As opções de renda fixa aparecem em quarto lugar. O CDI apresentou variação positiva de 0,81%, e o CDB subiu 0,84%.

O dólar comercial fechou o mês com alta de 0,65%, valendo R$ 1,703. Vale lembrar que outubro foi o mês da “guerra de moedas” ao redor do mundo e que por aqui o governo alterou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre investimentos externos duas vezes e mudou normas para conter a valorização do real via restrições ao capital externo.

Encerrando a lista está a clássica caderneta de poupança, que teve avanço de 0,55% no mês.

No ano, o ouro também lidera o ranking com folga, acumulando alta de 29,03%. Confirmando que as opções mais conservadoras são as vencedoras agora em 2010, o CDB ganha 7,92% agora em 2010, e o CDI sobe 7,87%. Já a caderneta de poupança tem retorno de 5,65%.

Encerrando a lista de vencedores está a Bovespa, com tímida valorização de 3,04% nos 10 meses de 2010. Perde dinheiro no ano quem tem posição em moedas. Apesar da recuperação em outubro, o euro ainda deve 5,61% no ano, e o dólar está 2,29% mais barato.

fonte:correiodoestado

31
Out10

Poupanças a render: regras de ouro para o investidor

adm

Estar informado

Escolher entre um leque imenso de aplicações para pôr as suas poupanças a render não é certamente o mais fácil. É verdade que há vários produtos financeiros aparentemente atractivos, mas nem todos podem encaixar no seu perfil. 

Por isso, nada como estar informado e saber separar o que é publicidade do que é informação. Antes de investir, tente saber tudo sobre o produto financeiro em causa, quais os rendimentos que poderá obter e, claro, os riscos que pode correr. 

Não deixar o mealheiro vazio

Tem dinheiro de parte e quer investir, mas quer assegurar que o mealheiro não está vazio se precisar de recorrer a ele por causa de algum imprevisto. Questões de saúde ou acidentais devem sempre ser tidas em conta. E agora, cada vez mais, o risco iminente de desemprego. 

Mais vale prevenir do que remediar: opte por produtos financeiros sem risco, para ter sempre um fundo de maneiro. São eles os depósitos e os certificados de aforro. «Junte, no mínimo, entre três a seis vezes o orçamento mensal familiar. Por exemplo, se as despesas mensais da sua família rondam os 1.500 euros, deverá poupar entre 4.500 e 9 mil euros», aconselha a Deco. O dinheiro que sobra poderá ser aplicado através de prazos mais longos, para obter um maior rendimento. 

Contrapartidas maiores? Caminho é o longo prazo

Primeira lição: um depósito a prazo apresenta menor risco, mas rende menos do que investir em obrigações ou em acções. Isto porque «a entidade a quem o aforrador confia o dinheiro pode dispor dele durante mais tempo e, por isso, remunera-o melhor». 

As contrapartidas de um investimento a médio ou longo prazo podem ser, de facto, maiores. Mas para além de ter de juntar uma boa quantia de dinheiro para investir, períodos de grande incerteza económica como aquele que vivemos actualmente aconselham antes a canalizar as poupanças para depósitos a prazo. 

Arriscar, mas com moderação

A máxima quem tudo quer tudo perde pode encaixar que nem uma luva quando arriscamos em determinados investimentos, sem ponderar que contrapartidas nos trarão e se serão minimamente seguros. 

A probabilidade de ganhar dinheiro é tanto maior quanto mais arriscar. Mas o inverso também: quanto maior o voo, maior a queda no buraco dos prejuízos. 

Daí que o melhor é investir, diversificando: aplique o dinheiro numa carteira de investimentos. Em vez de canalizar atenções apenas para um título cotado em bolsa, por exemplo, invista em vários. 

Os fundos de investimento podem ser outra opção, porque são diversificados e podem estar ao alcance de vários aforradores, já que os montantes mínimos são de 500 euros. Embora não garantam grandes lucros, o risco de sofrer grandes prejuízos é menor. 

Tire proveito do sobe e desce da bolsa

A bolsa pode arrancar a desvalorizar bastante e terminar o final do dia com um bom desempenho. Há sessões muito voláteis, mas isso não deve assustar o investidor. 

Há que tirar partido destas situações: se o valor das acções sofrer uma derrapagem essa será uma boa altura para comprar; se subirem significativamente em relação ao valor que pagou por elas, poderá ser um bom momento para vender. 

Esteja atento a alguns pormenores: normalmente depois de uma subida injustificada em determinada sessão há descida é provável que a sessão seguinte seja de queda.

fonte:agenciafinanceira

29
Out10

Tem dinheiro de parte? Saiba onde investir

adm

Depósitos a prazo aos Planos Poupança Reforma, tem muito onde aplicar o seu dinheiro. Mas, por vezes, decidir é difícil e implica riscos pelo que deve ponderar sobre quais os produtos que melhor encaixam no seu perfil. Há que pesar os prós e contras na balança. 

Aprofundamos aqui apenas os produtos financeiros com mais vantagens do que desvantagens, segundo a análise que fizemos ao portal de Poupança da Deco Proteste. 

Primeiro, o curto prazo (até 12 meses): no que toca, por exemplo, aos depósitos a prazo os rendimentos podem ser proveitosos nos bancos onde as taxas de juro variam entre 0 e 2,4%. Mais: há rendimentos periódicos na conta a ordem e o capital está garantido. 

Pela negativa, o cliente pode perder juros se levantar o dinheiro antes do prazo e pode ter alguns custos extra na conta ordem associada a este produto. 

Quem comprar Certificados de Aforro está a emprestar dinheiro ao Estado e este é um produto financeiro com várias vantagens para o aforrador: a remuneração está indexada à taxa Euribor, está assegurado um prémio de permanência, tal como a garantia do Estado, não tem custos adicionais e pode ser facilmente subscrito nos CTT. 

No entanto, o dinheiro só fica disponível passados três meses, a taxa de remuneração base em vigor é baixa e há depósitos a prazo com taxas superiores. O cenário vai piorar ainda mais se os limites aos benefícios fiscais propostos pelo Governo na apresentação do Orçamento do Estado para 2011 forem mesmo avante. 

Já os fundos de tesouraria em euros não garantem nem rendimento nem capital, embora permitam o levantamento, em qualquer altura (com pré-aviso entre até 3 dias) sem perda do rendimento acumulado. 

E as contas poupança-reformado estão isentas de imposto sobre os juros até 10.500 euros e têm capital garantido. Só que só são acessíveis a pessoas com uma pensão bruta mensal até três salários mínimos nacionais, no momento da subscrição. 

Médio prazo: para que lado pesa a balança?

Os produtos financeiros de médio prazo, entre 1 a 5 anos podem ser outra opção, sobretudo para quem tem algum dinheiro de parte e sabe que não vai precisar de partir o mealheiro nos próximos tempos. Na teoria, a rentabilidade destes produtos é maior, mas a verdade é que os mercados não têm dado grande ajuda. 

No que toca aos Certificados de Aforro, as vantagens são exactamente as mesmas do que nestes produtos financeiros quando aplicados no curto prazo. O mesmo acontece com as desvantagens, mas aqui a Deco acrescenta mais uma: é que a gestão activa de depósitos a prazo permite rentabilidades superiores quando comparada com a gestão de certificados de aforro a médio prazo. 

As obrigações de caixa garantem capital no final do prazo e o rendimento é normalmente definido logo à partida ou então reflecte a evolução da taxa Euribor. Mas, caso queira proceder a um levantamento antecipado isso pode ser impossível ou pode perder capital e/ou rendimento. 

Certificados de Aforro ou do Tesouro?

Como os Certificados de Aforro correm o risco de perder o interesse será que vale a pena transferir as poupanças para os certificados do tesouro? Depende do prazo em pretende manter a aplicação. Tanto num como no outro só pode durar, no máximo, 10 anos. 

A Deco não recomenda novos investimentos em Certificados de Aforro. Mas «se já tem há mais de quatro anos e está a usufruir do prémio de permanência máximo, apenas compensa transferir se tiver a certeza de que não vai movimentar a aplicação durante, pelo menos, cinco anos», porque aí a poupança renderá 3,8%. 

Produtos de taxa crescente

A oferta é vasta e apetecível. Os produtos de taxa crescente aumentaram no último ano, com a expectativa em relação à subida das taxas de juro. 

A Deco analisou 30 produtos e concluiu que nenhum deles reflecte, no primeiro ano, uma remuneração superior à do melhor depósito a 12 meses, que é de 3,1% líquida. Nem tudo o que parece é.

fonte:agenciafinanceira

28
Out10

No poupar está o ganho

adm

Sejam 25, 50 ou cem euros que consiga poupar, o que importa é que todos os meses coloque uma parcela do seu ordenado de lado e constitua um pé-de-meia. Conheça os produtos onde pode investir o seu dinheiro mensalmente. A melhor forma de se proteger em relação a um imprevisto é poupar, ter de lado algum dinheiro que não o deixe ir ao fundo, caso se cruze com o azar. Dizem os especialistas que o ideal é poupar entre cinco a dez por cento do seu ordenado. Porém, se tem créditos para pagar ou vive ordenado a ordenado, colocar uma parte do seu vencimento de lado pode ser uma tarefa difícil.

 

Por isso, se acha que dez por cento dos seus rendimentos é mais do que pode dispensar por mês, então comece a colocar de lado o que puder: dez, 20, 30 ou 50 euros. A chave é poupar a quantia que conseguir. Mas não deixe esse dinheiro numa conta corrente, ponha-o a render. Por pouco que seja, evita perder dinheiro. Por exemplo, alguém que tivesse mil euros aforrados em casa nos últimos dez anos teria perdido anualmente, em média, 2,61 por cento do poder de compra do seu dinheiro, por via da inflação.

Contudo, nem todos os produtos de poupança e investimento permitem que faça reforços mensais, por isso, elencamos um grupo dos mais tradicionais entre a oferta bancária e de aforro público que permitem juntar dinheiro todos os meses.

Contas poupança

É a conta que todas as pessoas devem ter no banco. Pelo menos, os que querem fazer da instituição financeira um mealheiro. As contas poupança confundem-se com os depósitos a prazo, mas têm algumas diferenças (que variam de banco para banco). Pagam normalmente juros mais baixos, mas permitem que se retire dinheiro da conta sem penalizações, na maior parte dos casos presentes no mercado. A outra grande arma é admitirem reforços mensais com quantias que estão acessíveis a poupanças de 25 euros, por exemplo, especialmente aos utilizadores de canais automáticos, como a internet.

Se o nível de poupança que consegue mensalmente não vai além de 25 euros, o ideal será transferir uma porção do seu ordenado para a conta poupança todos os meses, se bem que para a abertura de conta terá de juntar normalmente mais do que os 25 euros necessários para o reforço. Mesmo que os juros não sejam muito elevados, algumas destas contas oferecem prémios de permanência em juros aos depositante mais antigos.

Seguros de capitalização

Ao contrário do que o nome possa sugerir, este produto nada tem a ver com cobertura de risco. Os seguros de capitalização são uma boa alternativa para quem quer investir a longo prazo e de forma segura, pois, na maior parte dos casos, garantem o capital investido, o rendimento e permitem entregas mensais. Regra geral, o mínimo permitido são 50 euros.

Outro dos grandes atractivos destes produtos são as vantagens fiscais. A tributação vai reduzindo consoante o tempo vai avançando. Até ao quinto ano, os rendimentos estão sujeitos a uma tributação de 21,5 por cento, entre o quinto e o oitavo ano estão sujeitos a 17,2 por cento. Após oito anos e um dia, só será tributado em 8,6 por cento do rendimento. Portanto, são produtos para apostar no longo prazo, como para poupar para a educação dos seus filhos ou para a sua reforma.

Planos Poupança Reforma

São poupança a longo prazo. Os Planos de Poupança Reforma (PPR) pretendem dar-lhe um complemento de reforma simpático, para o ajudar a ter uns anos dourados plenos de glória. Após o investimento inicial de abertura, pode fazer entregas programadas, quer sejam mensais, trimestrais ou anuais, com um valor mínimo que normalmente anda pelos 50 euros.

O valor que for depositando nos PPR só poderá ser levantado quando chegar à altura da reforma, sob pena de penalizações, excepto em casos de dificuldades financeiras, como desemprego de longo prazo ou invalidez.

À semelhança dos seguros de capitalização, este ano os PPR ainda permitem benefícios fiscais. Pode deduzir à colecta 20 por cento do investimento, desde que não ultrapasse cinco por cento do rendimento total bruto e com alguns limites: se tiver menos de 35 anos pode beneficiar de uma dedução de 400 euros, entre os 35 e os 50 anos, a dedução é de 350 euros, e para quem já tem mais de 50 anos, o limite máximo é 300 euros.

Fundos de Investimento

Se pretende arriscar um pouco mais e, consequentemente, poder ganhar mais, os fundos de investimento são ideais para si. Estes produtos são constituídos por vários investidores individuais que, em conjunto e sob a batuta de um gestor, aplicam as suas poupanças em diferentes mercados e activos, como acções, obrigações, imobiliários, etc.

Muitos destes produtos permitem que faça entregas sempre que quiser, sem pagar mais por isso, mas convém estar atento aos custos de comissões de subscrição que alguns fundos apresentam. Entre a oferta de fundos, dos menos arriscados (tesouraria) até aos mais arriscados (acções), os investidores podem reforçar mensalmente com quantias desde os 25 euros.

Certificados de Aforro

Os títulos de dívida pública mais acessíveis aos portugueses são os Certificados de Aforro. Com um montante mínimo de subscrição de cem euros (cem unidades), estes certificados emitidos pelo Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP) oferecem juros indexados a uma fórmula de cálculo que se baseia na taxa Euribor a 3 meses e pagam prémios de permanência aos aforradores mais antigos. O prazo máximo para os aforradores deterem os títulos é de dez anos.

fonte:saldopositivo

24
Out10

Obrigações do Tesouro o que são?

adm


As Obrigações do Tesouro (OT) constituem o principal instrumento utilizado pelo Estado português para satisfazer as suas necessidades de financiamento.

As OT são valores mobiliários de médio e longo prazo, cuja emissão se efectua através de operações sindicadas, leilões ou por operações de subscrição limitada (tapping) e que podem ser emitidas com:

  • prazos entre 1 e 50 anos;
  • com ou sem cupão (cupão zero);
  • taxa de juro fixa;
  • amortizáveis no vencimento pelo seu valor nominal e
  • possibilidade de destaque de direitos (stripping).

A política de gestão da dívida pública, seguida pelo IGCP, tem privilegiado duas formas de colocação das OT em mercado primário: através de sindicatos bancários e pela realização de leilões. A primeira modalidade tem sido utilizada na emissão inicial das novas séries, já que permite assegurar o duplo objectivo de colocação de um maior volume de títulos de uma só vez, ao preço de mercado e uma elevada diversificação da base de investidores, quer a nível geográfico, quer por tipo de investidor. O incremento do saldo das OT em curso de emissão (on-the-run) tem sido assegurado por via de leilões. O calendário dos leilões de OT é anunciado ao mercado no início de cada trimestre. Por norma, os leilões têm lugar na 2.ª quarta feira do mês.

Todas as séries de OT estão admitidas à negociação no Mercado Especial da Dívida Pública (MEDIP gerido pela MTS Portugal, SGMR, S.A.). As séries de OT de maior dimensão estão também admitidas à negociação na plataforma internacional EuroMTS.

A colocação das OT em mercado primário é assegurada por um conjunto de instituições financeiras a quem está atribuído o estatuto de Operador Especializado em Valores do Tesouro (OEVT) ou de Operador de Mercado Primário (OMP). De acordo com este estatuto, os OEVT e os OMP devem ser participantes no MEDIP, cabendo aos OEVT especiais obrigações em matéria de assegurar a liquidez das OT em mercado secundário.

Em resultado da estratégia de financiamento orientada para o mercado, adoptada de forma consistente ao longo dos últimos anos, tem vindo a registar-se um alargamento e uma diversificação geográfica da base de investidores activos no mercado das OT, que assume hoje um cariz marcadamente internacional. Em 2005, cerca de 80 por cento do montante das novas emissões de OT foi colocado através de intermediários financeiros não residentes e cerca de 85 por cento do volume de transacções (excluindo a negociação entre OEVT) registado no mercado secundário (MEDIP) envolveu investidores não residentes em Portugal.

fonte:igcp

24
Out10

O que são Os Certificados do Tesouro?

adm

Os Certificados do Tesouro são um instrumento de dívida, nominativo, criados com o objectivo de captar a poupança das famílias. Estes produtos só podem ser emitidos a favor de particulares e são transmissíveis exclusivamente em caso de falecimento do titular.

A emissão e o resgate de produtos de aforro podem ser efectuados directamente nos balcões das entidades para o efeito contratadas pelo IGCP, os CTT (ver Postos de Atendimento On-line). Está também disponível a subscrição de Certificados e outras funcionalidades na Internet através do AforroNet.

 

Certificados do Tesouro a 10 Anos

 

Os Certificados do Tesouro criados pela RCM nº 40/2010, de 11 de Junho (DR 1ª série n.º 112/2010, de 11 de Junho) apresentam as seguintes características em termos de Ficha Técnica:

Emissão e Comercialização

 

Emissão


Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público, I,P. - IGCP


Comercialização


AforroNet (https://aforronet.igcp.pt)

CTT, através da sua rede de Estações on-line com o IGCP (ver postos de atendimento on-line)

 

Subscrição e Valores

 


Subscrição


Desmaterializada. O Comprovativo da operação é o talão da subscrição


Valor nominal


1 Euro

Mínimo de 
Subscrição

1.000 (mil) unidades

Máximo por 
Conta Aforro

1.000.000 (um milhão) de unidades

 

Prazo e Juros

 


Prazo


10 anos, a partir da respectiva data valor de cada subscrição

Taxa de Juro


O IGCP determinará no antepenúltimo dia útil do mês as taxas a vigorar para as subscrições a ocorrer no mês seguinte

A distribuição de juros processa-se da seguinte forma:

i) Do 1º até ao 5º ano procede-se ao pagamento de juros anuais, tendo como referência a taxa dos BT ou Euribor a 12 meses praticadas à data de subscrição.

ii) No 5º ano procede-se ao pagamento da componente de juros correspondente à diferença entre a remuneração dos BT ou Euribor a 12 meses e das OT a 5 anos, por forma a garantir uma remuneração tendo como referência a destas OT durante o respectivo período de aplicação (diferencial de juros).

iii) Do 5º ao 9.º ano procede-se ao pagamento anual dos juros correspondentes, tendo como referência a taxa da OT a 5 anos garantida na data de subscrição.

iv) No 10º ano procede-se ao pagamento da componente de juros correspondente à diferença entre a remuneração da OT a 5 anos e da OT a 10 anos, por forma a garantir uma remuneração tendo como referência a destas OT durante o respectivo período de aplicação (diferencial de juros).

Período de
Contagem de Juros


Cada subscrição vencerá juros com uma periodicidade anual, sendo o valor creditado no NIB registado na respectiva conta. O vencimento dos juros ocorre no dia do ano igual ao da data-valor da subscrição. No caso de esse dia não existir no mês de vencimento, este terá lugar no primeiro dia do mês seguinte

Não existe capitalização de juros.

Reembolso


Vencimento automático do capital ao valor nominal no 10º aniversário da data-valor da subscrição. No caso de esse dia não existir no mês de vencimento, este terá lugar no primeiro dia do mês seguinte. O crédito do vencimento será efectuado para o NIB registado na conta.

Resgate Antecipado


a) Cada subscrição pode ser objecto de resgate total ou parcial após 6 meses da data-valor da subscrição. Em caso de resgate parcial, o número de unidades remanescente da subscrição não poderá ser inferior ao número mínimo de unidades requerido numa subscrição nova.

b) O resgate pode ser ordenado pelo titular ou por um seu mandatário com poderes especiais para o efeito. 

c) O resgate que ocorra fora das datas de vencimento de juros determina o não pagamento de juros entre a última data de vencimento anual e a do resgate.

d) O pagamento de um resgate é sempre efectuado para o NIB registado na conta.

Transmissão/Prescrição

Os Certificados do Tesouro, são apenas transmissíveis por morte do titular respectivo e prescrevem a favor do FRDP no prazo de 10 anos a contar do falecimento do titular nos termos gerais da lei civil .

 

 

Titularidade

 

Titular
Só podem ser titulares pessoas singulares


Conta Aforro


Cada pessoa singular só pode ser titular de uma Conta Aforro e cada Conta Aforro apresenta um só titular, sendo obrigatória a indicação de uma Morada e de um Número de Identificação Bancária (NIB).

 

Fiscalidade

 

Impostos

Rendimentos pagos anualmente são líquidos de IRS com retenção à taxa liberatória.

Os Certificados do Tesouro estão isentos do imposto de selo, desde que revertam a favor de herdeiros legitimários.

fonte:http://certificadosdotesouro.blogs.sapo.pt/1127.html

24
Out10

Certificados de Aforro o que devo saber

adm

Produtos de Aforro

Os produtos de aforro são instrumentos de dívida criados com o objectivo de captar a poupança das famílias. Têm como característica principal o serem distribuídos a retalho, isto é, serem colocados directamente juntos dos aforradores e terem montantes mínimos de subscrição reduzidos. Os produtos de aforro só podem ser emitidos a favor de particulares e não são transmissíveis excepto em caso de falecimento do titular.

A emissão e o resgate de produtos de aforro podem ser efectuados directamente nos balcões das entidades para o efeito contratadas pelo IGCP, os CTT (ver Postos de Atendimento On-line). Está também disponível a subscrição de Certificados de Aforro e outras funcionalidades na Internet através do AforroNet.

As operações relacionadas com certificados de aforro da Série A podem ser efectuadas no Posto de Atendimento ao público deste Instituto, sito na Av. da República, 57 – 1º, em Lisboa, das 9:00h às 16:00h.

 

Certificados de Aforro Série C

 

A Série C criada pela Portaria n.º 73-A/2008, de 23 de Janeiro (DR n.º 16/2008, de 23 de Janeiro), com as alterações introduzidas pela Portaria 230-A/2009 de 27 de Fevereiro (alterações à ficha técnica) estipula que a subscrição de Certificados de Aforro tem as seguintes características:

Valores e Subscrição

 

Valor nominal

1 Euro

Mínimo de subscrição

100 unidades

Máximo por 
Conta Aforro

250 mil unidades

 

Prazo e Juros

 

Prazo

10 anos, a partir da respectiva data valor de cada subscrição

Taxa de Juro

Soma da taxa base na data de início do trimestre com o prémio de permanência atribuível à subscrição

Taxa Base em Percentagem

Determinada mensalmente no antepenúltimo dia útil do mês, para vigorar durante o mês seguinte, segundo a fórmula: 
0,85*E3+0,25
em que E3 é a média dos valores da Euribor a três meses observados nos dez dias úteis anteriores, sendo o resultado arredondado à terceira casa decimal.

Período de Contagem de Juros

Cada subscrição vencerá juros com uma periodicidade trimestral. O vencimento dos juros ocorre no dia do mês igual ao da data-valor da subscrição. No caso de esse dia não existir no mês de vencimento, o vencimento terá lugar no primeiro dia do mês seguinte.

Prémio de Permanência 
Em pontos percentuais

0,50 - no segundo ano;
0,75 - no terceiro ano;
1,00 - do quarto ao sétimo ano;
1,25 - no oitavo ano;
1,5 - no nono ano;
2,5 - no décimo ano.

Capitalização

Capitalização automática dos juros vencidos (líquido de IRS).

Reembolso

De capital e juros capitalizados, no 10º aniversário da data-valor da subscrição. Os valores são creditados em conta (quando da 1.ª subscrição é obrigatório indicar o NIB)

Resgate Antecipado

Total ou parcial, a partir da data em que ocorra o primeiro vencimento de juros da subscrição. O resgate determina o reembolso do valor nominal das unidades resgatadas e do valor dos juros capitalizados até à data do resgate.

Transmissão/Prescrição Os Certificados de Aforro da série C, são apenas transmissíveis por morte do titular respectivo e sujeitos a prescrição em favor do FRDP no prazo de 10 anos a contar do respectivo vencimento.

 


Titularidade e Movimentação

 

Titularidade

Só podem ser titulares pessoas singulares

Conta Aforro

Cada pessoa singular só pode ser titular de uma Conta Aforro e a cada Conta Aforro estará associado um Número de Identificação Bancária (NIB)

Movimentador Para cada subscrição, pode ser destinado um movimentador, o qual fica com poderes para resgatar, total ou parcialmente as unidades dessa subscrição mediante a apresentação dos títulos físicos

 

Certificados de Aforro Série B


 

Criado pelo Decreto-Lei nº 172-B/86, de 30 de Junho, as subscrição foram fechadas pela Portaria 73-A/2008, de 23 de Janeiro. Os certificados que não foram resgatados enquadram-se nas seguintes características:

 

Vencimento dos Juros

Trimestral

Capitalização dos Juros Vencidos

O juros vencidos em cada trimestre são capitalizados pelo seu valor líquido de IRS

Taxa de Juro

A taxa de juro aplicada no cálculo dos juros de cada trimestre é a que resulta da soma da taxa de juro base com o prémio de permanência

Taxa de Juro Base

A taxa de juro base está indexada às taxas de juro de mercado através de mecanismo definido em Portaria do Ministro das Finanças. Actualmente a taxa base é obtida através de 0,60*TBA.

Prémios de Permanência

Fixados por Portaria do Ministro das Finanças. Actualmente, o prémio é de 0,25% no 2º semestre de capitalização e aumenta 0,25% em cada um dos semestres seguintes até atingir 2%.

Cálculo dos Juros

Taxa trimestral proporcional à taxa anual

Vencimento dos Certificados

Sem data de vencimento. Mantêm-se vivos até ser efectuado o resgate

Resgates

A efectuar pelo titular ou movimentador nas Estações dos CTT

 

Certificados de Aforro Série A


Produto criado pelo Decreto-Lei 43 454, de 30 de Dezembro de 1960. Foi cancelada a sua subscrição em Julho de 1986 existindo no entanto certificados desta Série que não foram ainda resgatados.

 

Este produto tem características semelhantes às dos Certificados da Série B emitidos antes de Julho de 1986 com diferença no valor nominal de cada unidade que é de € 0,34916.

 

fonte:http://certificadosaforro.blogs.sapo.pt/576.html

24
Out10

Produtos financeiros para crianças

adm

Lá por serem crianças não pense que não beneficiam de saberem o que são e de terem produtos financeiros. Antes pelo contrário, vão poder beneficiar muito mais do poder da capitalização, porque têm mais tempo para estar investidos. Além disso, iniciá-los cedo nas lides do dinheiro vai ajudá-los a serem adultos financeiramente mais responsáveis.

 

De que documentos preciso?

Para iniciar o seu filho nas actividades bancárias, a primeira coisa a fazer é confirmar se tem todos os documentos necessários. Para o menor, é necessário apresentar o bilhete de identidade ou cartão de cidadão, passaporte ou autorização de residência. Caso a criança não tenha nenhum destes documentos, a certidão de nascimento é o documento que deve apresentar. Já os pais ou tutores devem apresentar o número de contribuinte, o comprovativo de morada, profissão e caso exista, entidade patronal.

Começar pela conta à ordem

A maior parte das instituições financeiras a operar em Portugal apresenta contas à ordem para crianças. Este tipo de conta, jovem ou júnior, tem a criança como única titular, sendo que os pais ou tutores têm poder para movimentar as contas. As contas solidárias, por seu lado, podem ser movimentadas por qualquer titular. Em relação às contas conjuntas, pode haver restrições como, por exemplo, ser necessária mais do que uma assinatura para movimentar a conta.

As contas à ordem podem ser subscritas, na sua grande maioria, com um montante mínimo que começa nos 25 euros. Normalmente, estas contas não apresentam qualquer custo de manutenção.

Como funcionam as contas a prazo?

Muitas instituições financeiras apresentam contas a prazo específicas para crianças. No entanto, se o objectivo é que a conta do seu filho cresça ao longo da sua vida, estude bem as ofertas para ver se compensam.

As contas para crianças e jovens vigoram até o adolescente se tornar adulto (18 anos), sendo que, geralmente, o montante mínimo de abertura é de cem euros. Tal como com as contas à ordem, as contas a prazo normalmente não apresentam custos de manutenção associados, enquanto o seu filho for menor. Existe ainda a possibilidade de fazer reforços às contas de montantes a partir de 25 euros.

Se quer saber mais sobre produtos para crianças ou quer ver outros temas aqui, responda ao nosso questionário. Queremos saber o que pensa do Saldo Positivo.

Para movimentar

É possível movimentar a conta com o cheque ao balcão, ou seja, fazendo depósitos em cheque para ir enchendo a conta da sua criança. Apesar de a Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC) não aconselhar qualquer tipo de cartões a crianças com menos de 11 anos, existem os denominados “cartões pré-pagos”, disponíveis em algumas instituições financeiras nacionais. Estes cartões são recarregáveis e servem para controlar os gastos, já que apresentam um plafond definido e se apresentam como um produto focado para os mais jovens. Estes cartões poderão servir para a criança iniciar a sua vida financeira, já que permitem utilizar o multibanco, consultar extractos e muitas outras opções, sempre acompanhados pelos pais. Estes cartões são recarregáveis através do multibanco ou nas agências dos bancos.

Já os tradicionais cartões de débito e de crédito existem na grande maioria das contas. Enquanto os de débito são, normalmente, gratuitos para adolescentes a partir dos 16 anos, os cartões de crédito apenas estão disponíveis após atingir a maioridade.

Seguros de capitalização em ponto pequeno

Os seguros de capitalização são produtos financeiros destinados à poupança. Os seguros de capitalização garantem na sua generalidade, o capital investido, enquanto o rendimento pode ser fixo ou variável. Estes produtos financeiros são dos mais oferecidos pela banca às crianças e jovens. Há que ter atenção ao facto de ter de pagar comissão de resgate se o reembolso for efectuado antes de o menor atingir a maioridade e existem também comissões de subscrição e de gestão. Também poderá haver, em alguns casos, garantia de rendibilidade mínima. Como estes produtos financeiros são comercializados em forma de seguro, aplica-se a fiscalidade dos seguros de vida.

Crianças seguras

Existem diversos tipos de seguros que podem proteger as suas crianças. Desde um seguro contra acidentes pessoais e de responsabilidade civil, passando pelos de saúde ou de estomatologia.

No que toca aos seguros contra acidentes pessoais, são usados para proteger as criança no caso de quedas de bicicleta, acidentes com animais ou outros. Este tipo de seguro cobre as despesas resultantes do tratamento, os eventuais internamentos hospitalares e ainda engloba indemnizações em caso de incapacidade resultante do acidente.

Já os seguros de responsabilidade civil cobrem os danos que a sua criança provoque em pessoas, bens ou propriedades. Nestes tipos de seguro, o segurado pode escolher o limite de capital para a sua responsabilidade civil, o que irá corresponder ao limite máximo da indemnização a receber em caso de acidente.

Os seguros de estomatologia dão acesso a uma rede de clínicas dentárias, em que os utilizadores beneficiam de uma redução dos preços em grande parte das consultas ou mesmo de consultas grátis. Estes seguros podem ser subscritos num dia e accionados no dia imediatamente a seguir e podem ser usados as vezes que forem precisas.

Em relação ao seguro de saúde, este é accionado quando a criança estiver doente. Normalmente, estes seguros incluem cirurgia, ambulatório, medicamentos e internamento hospitalar, no entanto, existem mais algumas possibilidades como, por exemplo, a assistência ao domicílio, que são dependentes do seguro que quer fazer. Podem existir duas versões de seguro: a versão de reembolso e a versão managed care. No primeiro caso, o segurado suporta toda a despesa e remete a factura para a companhia de seguros que lhe reembolsa parte da despesa. Na segunda versão, o segurado pode aceder a uma rede de unidades de saúde, pagando apenas uma parte por cada acto médico.

fonte:saldopositivo

24
Out10

Manual dos fundos de investimento

adm

Antes de comprar um fundo e investir nele o seu dinheiro, é importante que leia com muita atenção o prospecto simplificado que é fornecido pelas sociedades gestoras. Esta é a principal e mais valiosa informação sobre o fundo, que o ajudará a decidir se é ou não o que pretende. Aprenda a ler os prospectos e seja um investidor informado.

 

1. Tipo de fundo

Este item indica qual a classe de activos em que o fundo investe e em que zona geográfica. Um fundo pode ser de acções, obrigações, misto (ter acções e obrigações) ou imobiliário. Pode ser aberto, permitindo subscrições e resgates em qualquer altura, ou fechado, limitando as subscrições e resgates a períodos pré-definidos. Estas diferenças influenciam a política de investimento e os riscos do fundo e também o perfil do investidor a que se adequa.

2. Política de investimento

As regras de gestão do fundo. Se for um fundo de acções, é aqui que se indica se o gestor investe em títulos de empresas pequenas ou grandes. Se for um fundo de obrigações, a sociedade gestora revela aqui o tipo de obrigações que o gestor pode comprar, seja por emitente (estados ou empresas), seja por rating (risco). São explicados os riscos da política geográfica do fundo e como o gestor se defende. Um fundo de acções europeias pode investir somente em empresas da Zona Euro, o que não implica risco cambial, mas também pode investir em empresas do Reino Unido ou de países da Europa de Leste e, nestes casos, convém saber se há política de cobertura desse risco.

3. Política de distribuição de rendimentos

Os ganhos podem ser distribuídos sazonalmente aos investidores (solução mais adequada para os reformados, por exemplo, uma vez que permite um rendimento extra) ou capitalizados (melhores para poupanças de longo prazo, que vão beneficiar do efeito de capitalização dos ganhos).

4. Risco associado

A sociedade gestora revela aqui os riscos a que estão sujeitos os fundos de investimento. Apesar de o objectivo do fundo ser capitalizar as poupanças dos subscritores, o investimento está sujeito à volatilidade do preço dos activos, podendo haver depreciações no curto prazo. Este risco é maior nos fundos de acções do que nos fundos de obrigações e é quase nulo nos fundos imobiliários e de tesouraria.

5. Rendibilidade e risco histórico

Os prospectos têm sempre informação sobre a rendibilidade e o risco que o fundo teve em anos anteriores. A informação é útil para o investidor, porque mostra como o fundo reagiu a acontecimentos que afectaram os seus mercados-alvo, mas convém não esquecer que rendibilidades passadas não garantem resultados futuros.

6. Perfil do investidor

Ainda não sabe qual é o seu? Faça o teste aqui. Neste item, a sociedade gestora indica qual é o perfil de investidor a que o fundo se adequa e recomenda um prazo mínimo de investimento. É importante respeitar estas recomendações para andar tranquilo. Se esse não for o seu perfil, afaste-se dos fundos de acções.

 

7. Estrutura de comissões

As comissões que tem de pagar para investir num fundo podem alterar o seu retorno. O melhor a fazer é evitá-las sempre que possível.

a. Subscrição – É o direito de entrada. Os fundos estrangeiros não têm, mas é muito comum nos fundos nacionais, em especial nos fundos de investimento imobiliário, podendo significar que perde o ganho conseguido no primeiro ano do investimento.

b. Gestão e depósito – A comissão de gestão é o preço a pagar ao gestor do fundo para que ele cuide das suas poupanças e a comissão de depósito é o preço a pagar ao banco pelo depósito do seu dinheiro no fundo em causa. São incontornáveis, até porque estão incluídas no preço da unidade de participação.

c. Resgate – Incidindo sobre o capital investido e a rendibilidade alcançada até à data do resgate, é a pior comissão para o subscritor. É frequente nos fundos de investimento nacionais, embora tenda a diminuir à medida que o período de investimento aumenta. Há fundos imobiliários que têm sempre comissão de resgate, independentemente do prazo do investimento. Nos fundos estrangeiros, esta comissão não existe.

fonte:saldopositivo

 

24
Out10

Porquê comprar fundos de investimento?

adm

Para diversificar o risco com custos baixos

De acordo com a teoria moderna da gestão de carteiras, para conseguir um bom nível de diversificação é preciso comprar 20 acções. No entanto, as comissões envolvidas nessas transacções podem diminuir substancialmente a rendibilidade do investimento. Numa carteira de cinco mil euros e com uma comissão de bolsa de seis euros, dar 20 ordens de compra custa 2,4 por cento do valor do investimento. Isto contando apenas com as comissões de compra. Por outro lado, quem optar por comprar acções através de fundos de investimento poupa dinheiro e ganha diversificação.

Um gestor a tempo inteiro…

Um fundo de investimento é uma espécie de empresa que reúne dinheiro de milhares de participantes e, como qualquer companhia, tem uma equipa de gestão. Por trás das acções que compõem a carteira de um fundo de investimento, há um gestor e uma equipa de research, cujo objectivo é encontrar e comprar as melhores acções e obrigações para investir. Antes de comprar qualquer acção, esses gestores analisam os relatórios e contas, falam com as administrações e investigam a concorrência das empresas. Enfim, fazem um trabalho de casa que a maioria dos pequenos investidores não faz, porque não tem formação para o fazer e, sobretudo, porque não tem tempo.

… e o mundo como horizonte

Por certo já ouviu dizer que os mercados accionistas asiáticos são uma boa opção de investimento, mas o seu banco não vende acções chinesas ou japonesas. Através dos fundos de investimento, os investidores globais não ficam limitados pela oferta do banco onde têm conta ou do mercado que acompanham. Com estes instrumentos, é tão fácil investir na operadora de comunicações da indonésia como na portuguesa.

fonte:saldopositivo

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