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Poupanças e Investimentos Seguros

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04
Jan12

7 armas para investidores de sucesso

adm

Ser um investidor bem sucedido nos seus investimentos está muitas vezes relacionado com o momento e a data da tomada de decisão dos produtos e das estratégias escolhidas. Por isso, prepare bem o seu “ano zero” do investimento e faça o trabalho de casa para ter sucesso como investidor.

 

Ter êxito nos investimentos não depende só dos altos e baixos dos mercados.

 

1. Informe-se sobre o produto que vai comprar

Compraria uma casa sem a conhecer por dentro? Provavelmente não e por isso não deve fazer o mesmo sempre que pretende investir. Se quer adquirir um produto financeiro, valores mobiliários como acções e obrigações ou quer subscrever um fundo de investimento, deve começar por ler a informação disponível sobre o produto, o prospecto. Vai ver que conhecendo melhor o que está por dentro do investimento que pretende fazer será mais fácil tomar as decisões acertadas quanto aos produtos que mais se ajustam ao seu perfil. Além disso, tenha a noção dos custos e comissões que suportará em cada investimento bem como a fiscalidade associada.

2. Invista só nos intermediários reconhecidos

Deixaria o seu filho com um estranho se ele prometesse que tomaria conta dele? Garantias de quem não conhece podem valer tanto como a promessa de um intermediário financeiro que o seduz pela internet com investimentos com retornos que parecem mentira e que não está registado oficialmente. Por isso, se é um aspirante a investidor de sucesso não se deixe seduzir por intermediários financeiros que não estejam registados na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Além disso, se a sua ideia é fazer investimentos pela internet verifique também na CMVM se o site foi submetido à apreciação desta entidade.

3. Ponha tudo “preto no branco”

Se quer evitar dissabores com os seus investimentos, utilize esta frase junto do seu intermediário: “Toda a informação por escrito, por favor”. Ter todas as informações, alterações e condições “preto no branco” protege-o face a eventuais desencontros de pressupostos nos seus investimentos.

4. Compre um fato por medida

Se o mundo dos investimentos fosse semelhante ao mundo das festas, dir-se-ia que cada um dos investidores deveria ter um dress code ajustado à ocasião. Por isso, não deixe de ajustar o seu fato, o seu investimento, às suas medidas, perfil de risco. Evite subscrever ou adquirir produtos que desconhece, investimentos com perdas potenciais elevadas se precisa do dinheiro em pouco tempo, ou apostas em soluções desajustadas aos seus objectivos e ao seu perfil de cliente. Se não suporta pensar em poder perder parte do seu capital nos investimentos que vai fazer, então limite-se aos produtos de baixo risco.

5. Tenha cuidado com empréstimos para investir

Se está com vontade de investir, mas não tem dinheiro para o fazer, existem empréstimos para suprir essa lacuna. O problema é que deverá manter-se bem consciente do risco duplo que está a tomar. Além do risco do próprio activo em que investe acresce o facto de ter de pagar juros pelo empréstimo concedido. Num cenário de perda de valor do investimento, além de receber menos do que investiu, ainda terá de pagar a factura do crédito.

6. Pondere bem a análise

É muita a informação disponível para quem quer, por exemplo, comprar acções. Além dos relatórios das companhias, das notas de resultados, da envolvente do mercado concorrencial, existem também notas emitidas por intermediários financeiros que dão uma indicação do rumo da acção e da sua cotação no futuro. A recomendação presente tem por base uma avaliação de um analista individual ou um grupo de research, mas é um valor que deve tomar como possível e não como o que irá concretizar-se já que é apenas um alvo estimado de preço.

7. Aponte para o longo prazo

“Roma e Pavia não se fizeram num dia” e, muito provavelmente, o seu investimento também não se vai tornar na capital do seu império num abrir e fechar de olhos já que os investimentos que implicam risco médio e elevado estão desenhados para períodos de médio e longo prazo. Em regra, os produtos com retornos históricos mais elevados pedem mais tempo de investimento.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/sites/

04
Jan12

As melhores apostas do mercado imobiliário em 2012

adm

Arrendamento habitacional e recuperação urbana são dois pilares dos negócios deste ano, prevêem os especialistas.

O arrendamento de casas e a reabilitação urbana serão os pilares do mercado imobiliário em 2012, perspectivam os especialistas contactados pelo Diário Económico. Apesar das restrições no acesso ao crédito, os profissionais do sector defendem que estão reunidas condições para que investidores e particulares apostem na compra de apartamentos para arrendamento, tendo em conta as mudanças no enquadramento legislativo. "A procura no mercado de arrendamento vai continuar a subir, por razões conjunturais, e a reabilitação urbana poderá ser factor decisivo para reanimar a economia", afirma o presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), Luís Lima.

Apesar do moderado optimismo partilhado também pelos responsáveis das mediadoras Worx, Pedro Rutkowski, da Century 21, Ricardo Sousa, e da ERA, Miguel Poisson, todos reconhecem as virtudes da segurança em activos imobiliários: "Até como aplicação de poupanças a visar rendimentos seguros que possam compensar perdas na hora das pensões de reforma", adverte Luís Lima. "O investimento em habitação para arrendamento é sem dúvida uma das melhores oportunidades, com a procura de casa para arrendar a superar a oferta", confessa o administrador da Century 21, Ricardo Sousa.

Num cenário de agravamento do desemprego e de contenção dos orçamentos familiares, as mediadoras deverão também ajustar os seus alvos. "O segmento médio e médio baixo da habitação apresenta-se bastante activo, face à redução do rendimento disponível das famílias e o aumento dos custos do proprietário, que se prevêem com as novas regras de avaliação de imóveis", lembra Ricardo Sousa. Estes factores irão obrigar muitas famílias "a trocar de casa", antecipa o gestor, para diminuir os seus custos com o imóvel.

Também para o director da ERA, Miguel Poisson, "a reabilitação urbana será uma componente estratégica no sector imobiliário, na medida em que nela convergem os objectivos de requalificação e revitalização das cidades previstas no memorando de entendimento com a ‘troika'". Contudo, o responsável da ERA alerta que a concretização desta realidade "estará intimamente ligada à ‘performance' da nova lei do arrendamento e às novas ofertas do mercado de arrendamento imobiliário".

E, a pensar nesse mercado, a rede de mediação está a desenhar soluções de novos produtos que, garante Miguel Poisson, terão "uma rentabilidade financeira muito interessante para investidores".

Já o presidente da Worx, Pedro Rutkowski, não perspectiva um ano fácil para o País, salvo raras excepções. "Existem nichos de mercado que podem ser explorados, como o mercado de arrendamento e a promoção imobiliária vocacionada para este segmento, para além da reabilitação urbana que, estruturada, poderá ser uma mais-valia muito importante para o país, em termos urbanos, económicos e sociais".

Numa perspectiva mais optimista, o director da área residencial da CBRE, João Nuno Magalhães, é da opinião de que "o dinheiro não desapareceu totalmente e que o imobiliário representa uma hipótese para refúgio do investimento, num momento em que nos encontramos perto de encontrar o equilíbrio entre o preço a que os vendedores estão prontos a vender e os compradores a comprar". Decorrente dessa análise de aproximação entre preços da oferta e da procura, o gestor reconhece que em 2012 "haverá mais transacções imobiliárias do que durante o ano de 2011".

Escritórios retomam dinâmica
Apesar das circunstâncias difíceis do mercado imobiliário, "a área de escritórios será aquela que ainda terá alguma dinâmica, não só pelo arrendamento de novos espaços, mas também na área de renegociação de contratos", defende o director da B. Prime, Jorge Bota. Os números de operações não são famosos e deverão ficar novamente aquém dos 100 mil metros quadrados de 2011. "Aponto para o mesmo nível de ‘take up', isto é, abaixo dos 100 mil m2, com muita pressão dos inquilinos para renegociar as rendas", adverte o director geral da Jones Lang La Salle (JLL), Pedro Lencastre, ao Diário Económico.

Falar em números é algo que os especialistas evitam neste momento - mas há oportunidades que surgem, inclusive na área de habitação. "Dados os baixos níveis de actividade apresentados, todos [habitação, comércio e escritórios] têm margem de crescimento", acredita o director da Aguirre Newman, Paulo Silva. Porém, as ameaças são externas ao sector e, em particular, dizem respeito às questões de fundo do desequilíbrio das contas públicas. "A contenção das medidas correctivas tendentes ao equilíbrio das contas do Estado e as dificuldades vividas pela banca levam-nos a perspectivar um ano que dificilmente será melhor que 2011", defende o director da Aguirre Newman.

Negócios mais selectivos
Na componente de investimento, o responsável da JLL defende que este ano "vamos assistir a operações cirúrgicas por parte de investidores privados, para imóveis bem localizados, com bons inquilinos e com bons contratos de arrendamento". Contudo, o especialista alerta que serão visíveis também "a continuação das operações de investidores oportunísticos que poderão aproveitar a desvalorização de alguns activos e a necessidade de os seus proprietários os terem de vender".

Decorrente da diminuição de operações imobiliárias, 2012 será "certamente um ano de selecção natural em que somente os melhores vão resistir, sendo de esperar o fecho de muitas mediadoras tradicionais", adverte Miguel Poisson, que não se resigna às dificuldades: "Há oportunidades para as mediadoras que souberem utilizar inteligentemente as novas áreas de negócio que a nova legislação da mediação imobiliária passou a proporcionar".

Lei das rendas de difícil aplicação
Há décadas que o sector aguardava a alteração do regime dos contratos de habitação anteriores a 1990. Apresentada na última semana do ano, a proposta do novo Governo será, agora, apreciada no primeiro trimestre no Parlamento e, provavelmente, entrará em vigor em Abril.

No entanto, os especialistas contactados pelo Diário Económico receiam que o agravamento do custo de vida e as dificuldades financeiras do Estado possam impedir uma efectiva concretização da lei. "A verdade é que esta alteração teria implicações sérias nos orçamentos familiares e, por isso, se não foram feitas numa altura mais propícia do mercado (e de maior liquidez), tenho dificuldade em acreditar que o vão ser nesta conjuntura", conclui Pedro Rutkowski.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

02
Jan12

Tudo o que vai mexer com o seu dinheiro este ano

adm

Famílias vão continuar sem acesso a crédito. Mas, o esperado alívio na prestação da casa vai oferecer uma folga aos orçamentos.

2012 traz consigo uma lição importante para todos os portugueses, famílias, empresas e Estado incluídos: será o ano em que cada um terá de aprender a viver com o rendimento disponível. O fim do crédito fácil não é conjuntural, é estrutural. Pelo menos, até prova em contrário. No entanto, caso não necessite de recorrer a crédito - e excluindo os efeitos da subida de impostos, cortes salariais ou até mesmo questões de desemprego - o próximo ano poderá oferecer alguma folga à sua carteira.

Um dos principais factores de pressão no orçamento familiar, o crédito à habitação, irá beneficiar da descida de juros pela primeira vez em mais de um ano. Por outro lado, não é de esperar que a mesma descida de juros afecte as remunerações dos depósitos a prazo. Continuará a ser possível encontrar remunerações atractivas com um risco de investimento mínimo.

Quem tem o crédito à habitação indexado à taxa Euribor a três meses já começou a sentir a descida de juros nos últimos meses de 2011, uma tendência que deverá prolongar-se este ano. Já quem optou pelo indexante a seis meses, a primeira descida será sentida precisamente por quem faz a revisão em Janeiro, enquanto os créditos indexados à Euribor a 12 meses deverão começar a sentir um alívio na prestação da casa nas revisões a partir de Maio. Embora a poupança estimada seja moderada - em torno do 180 euros no acumulado do ano - qualquer cenário que não implique um agravamento da prestação da casa será com certeza bem recebido pelas famílias portuguesas.

Este novo ciclo de descida de juros, iniciado com a chegada de Mario Draghi à presidência do Banco Central Europeu em Novembro, só é possível graças às perspectivas de baixa inflação para este ano na zona euro. As estimativas para a zona euro apontam para uma taxa em torno dos 2%, ou mesmo abaixo desse valor. No entanto em Portugal a realidade será diferente: em 2011 a taxa de inflação atingiu os 3,6% e para este ano é estimada uma taxa de 3,3%- pressionada pelo aumento generalizado dos preços devido ao aumento de impostos. As famílias portuguesas verão assim o seu rendimento real diminuir, bem como o valor das suas poupanças.

Em contrapartida, os juros dos depósitos a prazo continuam atractivos e a pagar bem acima da inflação estimada - não se esqueça que as suas poupanças terão de render pelo menos o mesmo que a taxa de inflação de modo a não perder dinheiro. Este é um dos poucos efeitos positivos da actual crise para as finanças pessoais das famílias portuguesas: a necessidade de os bancos obterem liquidez estável levou ao maior aumento de sempre na remuneração dos depósitos. Apesar de o Banco de Portugal ter imposto limites há pouco tempo na remuneração destas aplicações, continuam a existir depósitos a prazo a pagar entre 5% a 6%, em termos brutos. Por outro lado, o imposto sobre as mais-valias é, a partir de hoje, de 25% contra os 21,5% praticados até ao final de 2011.

Já os produtos de poupança do Estado deverão continuar pouco atractivos, pelo menos os Certificados de Aforro, cuja remuneração acompanha a taxa Euribor a três meses, que se encontra em queda. Já os certificados do Tesouro (CT), deverão continuar a pagar as taxas que se encontram actualmente em vigor, já que estão congeladas há oito meses. Para as subscrições em Janeiro, os CT oferecem 1,95% nos primeiros quatro anos, 6,8% e 7,1% no quinto e décimo ano, respectivamente.

A palavra-chave para 2012 é: sustentabilidade.

Investimentos nas mãos de decisores políticos
A actuação dos líderes políticos continuará a condicionar o comportamento dos mercados financeiros. E, a julgar pelas perspectivas de grande parte dos bancos de investimento mundiais, os investidores estão cautelosos em relação à capacidade dos líderes políticos europeus em travar a crise de dívida soberana. O Goldman Sachs, por exemplo, aconselha os investidores a "estarem cautelosos a não ser que se assista a uma resposta política suficiente". A maior parte dos analistas teme que os primeiros meses de 2012 sejam negativos para os mercados e o conselho mais dado aos investidores é para terem "cautela". Nos mercados accionistas, a maior parte dos bancos de investimento continua a recomendar sectores defensivos, empresas com balanços fortes e que tenham uma política generosa e sustentável de distribuição de dividendos e acções que, tradicionalmente, apresentem baixa volatilidade.

O lado positivo para o seu dinheiro

Boas notícias para quem já tem crédito e boas remunerações na poupança

- Em 2012 mais de 90% das famílias com crédito à habitação verão a prestação da casa descer. A única excepção deverá ser quem faz a revisão do crédito até Março, tendo como indexante a taxa Euribor a 12 meses.

- A remuneração dos depósitos a prazo deverá continuar atractiva. A falta de fontes de financiamento dos bancos deverá justificar a manutenção de taxas de juro acima de 5%.

- Tudo indica que os certificados do Tesouro continuem a oferecer juros atractivos a longo-prazo. As taxas a cinco e dez anos - 6,8% e 7,1%, respectivamente - estão congeladas há oito meses e assim devem continuar.

- Nos mercados accionistas a táctica dos especialistas continua a ser a de jogar à defesa. Apesar das cautelas, as empresas que oferecem dividendos atractivos e que tenham balanços fortes são eleitas como as preferidas.

- Os analistas esperam que os preços do petróleo continuem a beneficiar os investidores em petróleo. Apesar da desaceleração económico, a diminuição da oferta deverá sustentar os preços.


O lado negativo para a sua carteira

Inflação tornará ainda mais difícil ter ganhos reais nos investimentos

- Os bancos fecharam a torneira do crédito, principalmente do crédito à habitação e crédito ao consumo, e assim deverão continuar. Além do financiamento estar caro, é cada vez mais difícil para as famílias portuguesas reunirem todas as condições necessárias para ter acesso aos empréstimos dos bancos.

- A remuneração dos Certificados de Aforro (CA) vai continuar a desiludir. A taxa Euribor a três meses, da qual depende a taxa de juro oferecida nos CA está em queda, e com ela os juros oferecidos neste produto do Estado.

- Embora a inflação esperada para a zona euro ronde os 2%, a taxa estimada para Portugal pelo Fundo Monetário Internacional atinge os 3,3%.

- Os investidores continuam a temer os activos europeus e antecipam tempos difíceis para as bolsas do Velho Continente nos primeiros meses deste ano.

- Em 2011, os activos vistos como porto seguro como as obrigações alemãs e dos EUA, por exemplo, valorizaram. No entanto, os analistas esperam que não venham a ser tão rentáveis este ano.

fonte:_http://economico.sapo.pt/

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