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Poupanças e Investimentos Seguros

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24
Nov11

DÍVIDA PÚBLICA NAS CARTEIRAS DE INVESTIMENTO

adm

Se pretende investir com base nas carteiras de investimento da PROTESTE INVESTE, deve optar por Certificados do Tesouro e não Obrigações do Tesouro. Explicamos-lhe porquê.

 

Tesouros diferentes

Os pressupostos das carteiras de investimento da PROTESTE INVESTE assentam na exposição direta à dívida pública nacional através dos Certificados do Tesouro (CT) e não em Obrigações do Tesouro (OT). Ambos os produtos são emitidos pelo Estado, mas têm características diferentes.

re-embolso dos CT pode ser feito em qualquer momento com capital garantido, seis meses após a subscrição. Nas OT, se decidir vender antes do vencimento pode perder dinheiro. O valor das obrigações varia consoante a procura e a oferta. O investidor poderá obter uma mais ou menos-valia com a transação.

 

 

 

CT: maior flexibilidade

Nas condições atuais, os CT são mais adequados no seio de uma carteira diversificada a longo prazo. O investidor pode reduzir a exposição aos CT, tal como aconselhámos, sem incorrer em perdas de capital. Aliás, se os CT estiverem perto da data anual de pagamento de juros pode e deve adiar o resgate para não perder os juros acumulados.

 

OT: mais rendimento, menos garantia

As OT não permitem grande flexibilidade, mas compensam essa desvantagem com rendimentos muito superiores. Por exemplo, uma OT com um prazo de cinco anos oferece cerca de 11% líquidos ao ano contra somente 5,3% dos CT. Em ambos os casos, o rendimento é apenas efetivamente obtido se forem mantidos até ao vencimento.

A grande diferença é que só os CT garantem o capital a qualquer momento. Por isso, nos CT, o investidor não fica sujeito ao risco de taxa de juro. O contrário sucede com as OT, cuja cotação varia consoante as condições de mercado, a menos que o investidor permaneça até ao vencimento. Assim, apenas os investidores que estejam dispostos a correr maiores riscos deverão optar por OT em detrimento dos CT.

 

Limite a dívida pública

Os rendimentos oferecidos pelos CT e OT dependem ainda de um outro importante fator, o qual transcende as decisões tomadas pelo investidor: o risco do emitente. Embora seja uma hipótese remota, há sempre o risco do Estado não efetuar o pagamento dos juros ou o re-embolso do capital. Por isso, recomendamos que não exceda um máximo de 25% das poupanças aplicadas em produtos do Estado: Certificados de Aforro e do Tesouro e Obrigações do Tesouro.

 

fonte:http://www.deco.proteste.pt/in

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