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Poupanças e Investimentos Seguros

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31
Out12

Poupança: onde os portugueses investem

adm

Depósitos a prazo, certificados de aforro e do tesouro, fundos, ações. São inúmeros os instrumentos de poupança e de investimento que estão à disposição dos portugueses. No entanto, a aplicação de dinheiro em qualquer um destes produtos deverá implicar uma avaliação do perfil de risco, do objetivo do investimento e do horizonte temporal do mesmo, de modo a escolher o produto mais adequado e, sobretudo, evitar perdas. Quando se comemora o Dia Mundial da Poupança a pergunta impõe-se: onde estão os portugueses a investir o seu dinheiro?

“Pensamos que se tem notado uma menor apetência por depósitos a prazo, também fruto da moderação verificada nas taxas de juro oferecidas em virtude da regulamentação recente do Banco de Portugal”, afirmou ao Dinheiro Vivo o diretor de investimentos do Banco Best. Diogo Serras Lopes sublinha “uma maior apetência pelo investimento em títulos de dívida (de empresas e do Estado português), fundos de investimento portugueses essencialmente de tesouraria, liquidez e obrigações de curto prazo e também em fundos de investimento estrangeiros, em regra não expostos a risco dos países periféricos da zona euro”.

Os números mais recentes confirmam esta resposta. De acordo com os do Banco de Portugal, os depósitos das famílias caíram para 131,39 mil milhões de euros em agosto, menos 1,08 mil milhões que em julho, ou seja uma quebra de 0,8%. Esta tendência não se circunscreve apenas às famílias já que, no caso das empresas, os depósitos também caíram para 29,9 mil milhões de euros.

Nos certificados de aforro a fuga dos portugueses continua e, só em setembro, as famílias portuguesas resgataram mais 90 milhões de euros. Contas feitas, o dinheiro aplicado ascendeu a 52 milhões de euros mas, face à saída de 90 milhões, estes produtos perderam 38 milhões de euros.

Apesar de também não terem escapado em setembro, ao registarem subscrições líquidas negativas de 23 milhões de euros, os fundos de investimento apresentam um saldo positivo em 2012 de 83 milhões de euros, resultado de um ano em que em sete dos nove meses as subscrições líquidas foram positivas.

E, quando a bolsa de Lisboa arrecada perdas de 3% desde o arranque do ano, as atenções têm-se centrado nas emissões de dívida das cotadas. O forte apetite, alimentado pelos juros pagos, refletiu-se na forte procura e num valor total de quase 120 mil investidores que compraram 2,08 mil milhões de euros nas operações feitas por sete empresas do PSI 20.

Apesar deste historial, diz o ditado que 'rentabilidades passadas não garantem as rentabilidades futuras', por isso “o investimento deve ser sempre feito numa lógica de conhecimento aprofundado do respectivo perfil de risco, estabelecendo simultaneamente qual é o objectivo pretendido com esse investimento”, avisa Diogo Serras Lopes.

Questionado, o diretor de investimentos do Banco Best deixa três conselhos: “definição correcta do perfil de investimento e a disciplina na sua manutenção; a diversificação; e, finalmente, aproveitar os benefícios da gestão profissional torna-se ainda mais importante em contextos de particular incerteza, como o atual”.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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