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Poupanças e Investimentos Seguros

Poupanças e Investimentos Seguros

Poupanças e Investimentos Seguros

Poupanças e Investimentos Seguros

01
Nov14

25 ideiaspara fazer crescer as poupanças

adm

1 Elaboração de um orçamento 
A definição de um plano mensal de gastos, em que estejam incluídas todas as receitas e todas as despesas, deve ser a primeira medida que as famílias devem tomar logo no arranque de cada mês para evitar situações de "aperto", mas também para ajudar a rentabilizar o orçamento mensal. Especialmente no primeiro mês que fizer o orçamento familiar é importante anotar os gastos ocasionais ou periódicos de todos os elementos da família, de forma a ver se o orçamento pode ser ajustado e quais os gastos que podem ser eliminados ou reduzidos. Este trabalho deve ser feito em conjunto por toda a família. "O conhecimento do orçamento e dos objectivos financeiros por todos os elementos da família são fundamentais para o equilíbrio das contas", explica Susana Albuquerque, coordenadora da educação financeira da ASFAC. Este planeamento pode ser feito com uma simples folha de papel, onde colocará todas as suas despesas diárias de um lado e as receitas do outro. Não devem ser feitos apenas cálculos de cabeça, pois haverá sempre contas que ficarão esquecidas.

2 Folga para imprevistos 
Os especialistas recomendam ter sempre de parte algum dinheiro para fazer face a imprevistos e prevenir despesas extraordinárias que possam ocorrer. Num período de crise como o que se vive essa necessidade tornou-se ainda mais relevante, atendendo aos cortes de ordenados e de pensões e às situações de desemprego que levaram muitas famílias a um maior esforço para conseguir esticar o seu orçamento até ao final do mês. O ideal é que esta "almofada" de segurança financeira corresponda a pelo menos cinco ou seis ordenados.

Aprender a poupar

3 Apps para monitorizar poupanças 
Hoje em dia quase todos os ‘smartphones' têm aplicações que podem ser uma ferramenta fundamental para ajudar a disciplinar gastos e gerir poupanças. Algumas permitem fazer listas de compras, criar orçamentos com base nas despesas mensais, fazer gráficos e alertas de contas que estejam prestes a vencer. Além das ‘ apps ‘ que vêm de origem no ‘smartphone' existem sempre mais "ajudas" - na loja online associada ao seu ‘smartphone', bem como ferramentas de apoio que geram informação que pode ser utilizada nas decisões de consumo. O Toshl Finance é uma das aplicações mais completas e intuitivas, tendo sido já considerada como uma das melhores ‘apps' de controle de gastos. Além das características habituais, como a introdução de despesas e receitas, o Toshl ainda possibilita a sincronização com outros aparelhos Android. O Ebudget é outra ferramenta gratuita de gestão de despesas muito completa. É oferecida pelo Best Bank, sendo que além das operações básicas de registo e análise das despesas, permite anexar uma fotografia e a geolocalização a cada despesa. Com esta ‘app' nunca se esquecerá onde e como gasta o seu dinheiro. Mas há mais ‘apps' populares que o poderão ajudar na tarefa de poupar.

4 Sites para aprender a poupar 
Um cliente bem informado à partida fica sempre melhor servido. Aí, a internet pode ser muito útil. No âmbito institucional, o portal do "Cliente Bancário" (clientebancario.bportugal.pt) ou o portal "Todos Contam" (todoscontam.pt) são as principais referências. Prestam informação sobre produtos bancários, taxas de juro, legislação que enquadra a oferta dos bancos ou mesmo simuladores. Da iniciativa dos bancos destacam-se o Saldo Positivo" (saldopositivo.cgd.pt) e o Ei Montepio (ei.montepio.pt). Estes portais reúnem informação diversificada na área das finanças pessoais. Este ano, no âmbito do dia Mundial da Poupança, a Cofidis também decidiu lançar um site de especializado em formação financeira. O "Contas Connosco" (contasconnosco.pt), abrange compras do dia-a-dia, opções de lazer, viagens, educação dos filhos, selecção dos seguros, entre outros temas. Também a Deco dispõe do deco.proteste.pt, com informação e simuladores sobre diferentes áreas do consumo, e do deco.proteste.pt/investe, vocacionado para produtos de poupança e de investimento. Existem também dezenas de ‘blogs' com artigos, ideias ou simuladores que podem ajudar a poupar em tempos de crise. O "Pedro e o Blog", o "Economia e Finanças" ou o "Economia Cá de Casa" são apenas três referências.

Poupança Automática

5 Disciplina de poupança
 
Sempre que receber o ordenado reencaminhe imediatamente um montante fixo para uma conta poupança. Aquilo que os especialistas recomendam é colocar mensalmente de parte 10% do que se ganha. Mas independentemente do montante que se consiga colocar de parte, o mais importante é criar regras e poupar com regularidade, de forma a que a segurança financeira se mantenha. Para facilitar essa missão opte pelo agendamento automático de transferências para uma conta poupança.

6 Poupança por impulso 
Se a margem do orçamento familiar não for propensa a um ritmo fixo de poupança mensal em vários bancos encontra soluções que incentivam as pequenas poupanças. Alguns cartões de crédito permitem, através do mecanismo ‘cash-back', devolver uma percentagem do montante gasto nas compras. Poderá aumentar o seu aforro através do arredondamento do valor das compras realizadas, revertendo o remanescente automaticamente para uma conta poupança, PPR, fundo de pensão ou outra aplicação de poupança, como se fosse um mealheiro. Alguns bancos apostam em soluções bastante originais para incentivar as pequenas poupanças. A "Poupança por impulso" do Novo Banco (antigo BES) é uma das mais curiosas. Permite aos clientes portadores da aplicação "Poupe" para ‘smart-phones' reforçar uma poupança com pequenos montantes de cada vez (entre 5 e 50 euros), através de um simples toque no telefone. Esta forma de aforro permite ao cliente poupar no exacto segundo em que o decide fazer. As estratégias de arredondamentos são disponibilizadas tanto pela CGD como pelo Novo Banco. Na CGD, por exemplo, existem vários cartões que permitem poupar automaticamente sempre que são efectuadas as compras do dia a dia, através da devolução de uma percentagem do montante gasto nas compras para a conta. A generalidade das instituições financeiras dispõe também de depósitos ou contas poupança que permitem reforços mensais a partir de valores entre os 10 e os 25 euros. O principal inconveniente deste tipo de aplicações, tal como acontece com a maioria dos depósitos, prende-se com a baixa remuneração oferecida.

Poupança  em casa

7 Alimentação/Supermercado 
Segundo o último inquérito às despesas das famílias do INE, divulgado em 2012, a alimentação e as bebidas não alcoólicas representavam a terceira maior despesa do orçamento familiar. Em média, mais de 13% dos gastos anuais das famílias tinham como destino esta categoria de despesas. Poupar na alimentação não tem de significar comer menos, mas sim estar mais atento. A ida ao supermercado é um desses casos. Um estudo recente da Deco concluiu que para um determinado cabaz de produtos as discrepâncias de preços praticados nos supermercados da mesma região podem chegar a 20% e que a escolha da loja mais barata permite uma poupança de 350 euros nas compras. Todos os anos a Deco faz essa análise aos supermercados de todo o país, estando disponível no seu site um simulador onde é possível identificar as lojas mais baratas em cada zona do país. Pode visitá-lo em www.deco.proteste.pt/alimentacao/supermercados/simule-e-poupe/supermercados-qual-o-mais-barato. No site da associação de defesa dos consumidores é possível consultar ainda uma lista de dicas que ajudam a encolher os gastos na ida ao supermercado. Os cartões de desconto das cadeias de supermercados, usados de forma racional, também são uma ferramenta que permite maximizar poupanças.

8 Educação 
A compra dos livros escolares é uma das grandes preocupações das famílias no arranque de cada ano escolar, face ao peso que este custo pode representar no orçamental familiar. Entre o 5º e o 10º ano de escolaridade o custo médio anual da aquisição dos livros oscila entre os 160 euros e os 280 euros, em média. Se quiser reduzir a factura com livros escolares ao mínimo indispensável, pegue na lista de compras e fale com amigos ou familiares com crianças mais velhas. Alguém pode ter alguns dos livros de que precisa, peça emprestados manuais e materiais de apoio. Se esta não for uma opção, na internet existem diversos sites de troca de livros , o que também inclui livros escolares. O empréstimo de livros escolares é também uma tendência em crescimento em Portugal. O movimento Reutilizar.org organiza bancos de empréstimo que recebem os livros e os emprestam para que voltem a ser utilizados. No site no movimento pode consultar os bancos de empréstimo, disponíveis em 18 cidades e nos Açores, mais próximo de si. Nos sites de leilões, tipo OLX, Miau ou Custo Justo, também é possível encontrar livros e material de apoio escolar com preços muito em conta.

9 Energia 
Poupar na factura da electricidade é possível graças a gestos simples como, por exemplo, não deixar os electrodomésticos em ‘stand-by'. Mas existem várias formas de verificar se os seus hábitos de consumo de energia são adequados ou se poderá fazer algo mais para reduzir a sua factura energética. Através do site www.eco.edp.pt poderá ter acesso a dicas de poupança e fazer simulações de consumos, comparar a eficiência energética dos seus equipamentos, ou fazer um teste ao seu perfil de eficiência energética. Também o site www.ecocasa.pt, lançado pela Quercus, disponibiliza alguns simuladores que o podem ajudar a contabilizar os seus gastos com electricidade, água ou emissões de CO2. No site da ERSE, em www.erse.pt, também estão disponíveis simuladores de potência a contratar e de comparação de preços no mercado. A aposta nas energias renováveis tem sido apontada como uma das medidas de poupança. A energia solar não é excepção. De acordo com a SunEnergy a adopção de soluções de energia renovável pode permitir uma poupança no orçamento das famílias e empresas portuguesas na ordem dos 50%.

10 Telecomunicações 
Telemóvel, internet, televisão e telefone fixo. Estas já são ferramentas indispensáveis no dia-a-dia da generalidade das pessoas, mas que representam uma fatia relevante do orçamento. Os pacotes de serviços que combinam parte ou a totalidade destes serviços tendem a ficar mais em conta. No entanto, é importante escolher o mais adequado. Por exemplo, para quem nunca usa o telefone fixo, pode não se justificar incluir esse serviço num pacote. Por isso, antes de subscrever um serviço compare as ofertas. A Anacom disponibiliza um simulador que facilita essa selecção. O COM.escolha permite consultar todos os tarifários do mercado, assim como simular consumos, para descobrir qual o tarifário mais adequado às necessidades de cada consumidor. Primeiro, indique se quer fazer uma simulação para um serviço individualmente ou combinar vários serviços e de seguida dê as informações necessárias para a simulação.

11 Saúde 
Os medicamentos genéricos ajudam a poupar quantias significativas na ida à farmácia já que, segundo Portal da Saúde, são entre 20 % a 35% mais baratos face aos de referência. O ORKOS Medicamentos é uma aplicação para ‘smartphones' e tablets Android, com informação sobre todos os medicamentos à venda em Portugal: os genéricos, os de venda livre e os equivalentes mais baratos. Não se esqueça ainda de recolher e guardar todas as facturas relativas a despesas com saúde para deduzir no IRS do próximo ano.

12 Comparadores de preços
Comparadores de preços Quer comprar um computador, um DVD mas não sabe onde é mais barato? Basta recorrer a alguns sites comparadores de preços para descobrir o preço praticado por cada loja para um mesmo produto, facilitando assim a decisão de compra. Estes comparadores de preços abrangem um grande leque de produtos: informática, telemóveis, televisores, equipamento de imagem e som, DVD e vídeo, Hi-Fi ou leitores de mp3. Mas também livros ou mesmo artigos de puericultura. O site www.kuantokusta.pt é um dos mais utilizados em Portugal, mas existem outros. É o caso, por exemplo, dos sites www.shopmania.pt e www.izideal.pt.

Poupança no Estado

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 Impostos 
Tendo em conta as várias mexidas que o Executivo tem realizado em termos fiscais ao longo dos últimos anos, é determinante assegurar-se de que a sua próxima declaração de IRS está bem preenchida. O iRX é uma das ferramentas que o podem ajudar nessa missão. Esta aplicação permite-lhe em qualquer altura do ano simular o valor a pagar ou a ser devolvido pelo Fisco. Isto permite-lhe tomar as melhores opções para poupar nos impostos. Pode ainda ficar com uma ideia de quanto vai pagar a mais de IRS no próximo ano. Ao inserir os rendimentos e despesas de 2013, o simulador faz uma projecção do imposto a pagar em 2015 (relativo à declaração de 2014). O iRX é grátis para os utilizadores que sigam a aplicação no Facebook. Destaque ainda para uma outra aplicação, a eFactura, que lhe permite validar todas as suas facturas na hora, garantindo assim que estas despesas entram para o cálculo do seu IRS e tornando-as válidas para os sorteios das Finanças. Evite ainda entregar a declaração de IRS fora do prazo. Para além das coimas previstas, arrisca-se ainda a perder o direito às deduções à colecta que servem para abater o imposto a pagar pelas famílias relativo ao próximo ano.

Poupança nos transportes

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 Combustíveis 
A recente descida do preço do petróleo nos mercados internacionais está a ajudar a aliviar a factura dos portugueses com os combustíveis. O site da direcção geral de energia e geologia, www.precoscombustiveis.dgeg.pt, pode ajudá-lo a conseguir poupar ainda mais um euros na parcela do seu orçamento dedicada aos combustíveis. Lá é possível verificar qual é o posto mais barato na sua área de residência. E as diferenças podem ser significativas. Dentro de Lisboa, o litro de gasolina sem chumbo 95 tanto pode custar 1,413 euros, como 1,529 euros, consoante o consumidor escolha o posto mais barato ou o mais caro do município. Para quem atesta duas vezes por mês um depósito de 50 litros, significa que a escolha do posto mais em conta pode fazê-lo poupar mais de 140 euros por ano. Fique também atento às campanhas das gasolineiras e supermercados. A Deco também lançou esta semana uma iniciativa para promover descontos mais acentuados no preço dos combustíveis a quem se registe no site da organização. O objectivo é garantir ao maior número de consumidores um desconto superior aos que estão disponíveis no mercado e sem qualquer limitação ou fidelização. Esta poderá ser uma boa forma de ajudar a compensar os aumentos entre cinco e 6,5 cêntimos por litro previstos para os preços dos combustíveis no próximo ano, devido às alterações fiscais e de política energética.

15 Transportes 
Deixe o carro em casa e opte pelos transportes públicos, por andar a pé, de bicicleta ou partilhar carro. A bicicleta é indicada para distâncias até 12 km e mais rápido do que o carro. O ‘carsharing' é uma tendência que também tem crescido. O Galpshare (www.energia.positiva) ajuda a poupar através da partilha de viaturas. Já o Mob Carsharing (mobcarsharing.pt) permite alugar e partilhar transporte por períodos curtos. Este último serviço permite uma poupança que pode chegar aos 75%, para utilizadores que façam percursos inferiores a 15 mil km/ano.booking' (bookcrossing.com) e compartilhar livros.

16 Carros com melhor relação Consumo/Preço 
Não deixe a emoção sobrepor-se à razão. Pense no carro mais adequado para as suas necessidades e não no carro que acha mais "bonitinho". É importante analisar o tipo de utilização que costuma fazer, o estilo de condução - que pode ser urbana, extra urbana ou mista -, e ainda o número de quilómetros que faz anualmente. Caso faça muitos quilómetros diários, a motorização a Diesel poderá ser uma boa opção. Mas se prefere um carro mais económico na altura da compra, opte por um com motorização a gasolina. Se não tiver a menor ideia sobre como iniciar a sua pesquisa, comece por definir a categoria do carro. Os carros citadinos, por exemplo, são mais ágeis no trânsito, mais fáceis de estacionar, e mais baratos.  Acima deixamos três exemplos de carros mais baratos e económicos à venda em Portugal.

Poupança no lazer

17 compras colectivas
 
Os ‘sites' de compras colectivas oferecem descontos, que podem ir até aos 90%, na aquisição de um produto ou serviço por um grupo de consumidores durante um determinado limite de tempo. Actividades de lazer como hotéis, serviços de beleza, SPA, espectáculos ou restaurantes são das principais ofertas que se podem encontrar em ‘sites' letsbonus.com, groupon.pt ou forretas.com.

18 Férias 
Apesar da crise, muitos portugueses não dispensam gozar uns dias de férias fora de casa, mas existem várias formas de conseguir "encolher" o orçamento para as férias. Uma delas é planear e reservar as férias com antecedência, já que as agências de viagens, hotéis e companhias aéreas oferecem preços mais vantajosos às reservas antecipadas. Mas não perca de vista as promoções ‘last minute'. Também aqui se conseguem preços mais vantajosos já que essa modalidade é uma forma dos operadores escoarem os últimos lugares em que a oferta terá sido excessiva. Contudo, essa opção oferece agora menos margem de poupança face ao que acontecia antes já que devido à crise, a oferta global de produtos também sofreu cortes consideráveis surgindo menos opção de escolha de última hora. Sempre que possível opte também pela época mais baixa para gozar uns dias de descanso. Use ainda a internet e os sites especializados em férias para comparar preços e procurar as promoções mais em conta. Kayak, Skyscanner, Google Flight, Booking, Trivago, Hipmunk, Trip Advisore, Minube, são algumas das ferramentas ‘online' que podem ajudar a encontrar voos ou hotéis com preços mais em conta por todo o Mundo.

19 Cultura 
No Facebook, a "Agenda cultural dos tesos", a "Cultura grátis em Lisboa" e a "Cultura grátis no Porto" partilham concertos, peças de teatro, cinema, exposições, inaugurações ou ‘workshops' de entrada livre. O mesmo acontece com o blog "Lisboa Livre" (lisboa-livre.blogspot.pt) ou o Cultura de Bora (http://culturadeborla.blogs.sapo.pt).

Poupança no banco

20 Comissões
 
As comissões bancárias podem comer um valor substancial do seu saldo bancário. A título de exemplo, entre 2008 e 2013, as comissões de manutenção de contas de depósitos encareceram em média 23%, segundo o Banco de Portugal. Num dos mais recentes relatórios de Supervisão Comportamental realizados pela entidade liderada por Carlos Costa foi possível observar também que numa simples conta de depósito à ordem, a comissão anual de manutenção de conta pode variar entre zero e 80 euros. Sobressaía ainda que os bancos de menor dimensão praticam, em média, comissões mais baixas. Esteja por isso atento aos preçários dos bancos para comparar os valores cobrados e avaliar até que ponto compensa mudar as suas aplicações de instituição. Estes preçários estão disponíveis tanto nos balcões dos bancos como nos respectivos sites.

21 Serviços 
Mesmo dentro da mesma instituição, o custo de efectuar as operações bancárias pode variar consideravelmente. A utilização dos serviços de ‘homebanking' ou do multibanco são uma das vias para tirar partido dessas discrepâncias. E podem levar a uma poupança considerável, uma vez que as operações que até apresentam um custo ao balcão saem a custo zero se forem concretizadas através dessas plataformas. Há bancos que isentam o pagamento da manutenção de conta aos clientes que domiciliem o ordenado numa conta da instituição. Uma das apostas recentes tem sido também a criação de ‘packs' que abrangem vários serviços bancários, mas em que é cobrado um preço único.

22 Crédito 
Embora demonizado nos últimos anos, o recurso ao crédito pode ser positivo, ajudando a antecipar projectos e a concretizar planos de vida. Mas naquela que é, em muitos casos, a maior decisão financeira que fará na sua vida, vale a pena perder tempo a avaliar as melhores ofertas. No crédito à habitação, por exemplo, os ‘spreads' mínimos comercializados neste momento em Portugal variam entre os 2,5% e os 4%. Ora, num crédito de 120.000 euros a pagar em 30 anos, essa é a diferença entre pagar uma prestação de 474 euros ou 574 euros. Melhor: essa é a diferença entre pagar juros totais de 51.400 euros ou de 87.000 euros. Portanto, faça uma prospecção de mercado séria e compare propostas. E não se esqueça de ponderar a taxa de esforço que, de forma alguma, deve ser superior a 30% do rendimento disponível da família. Caso não consiga atingir uma taxa de esforço menor do que esse limite, talvez deva ponderar outras soluções, como o arrendamento. Tenha ainda em atenção o recurso ao crédito pessoal e a utilização de cartões de crédito, cujas taxas tendem a ser elevadas. Se tiver contratada uma linha de crédito ou um cartão de crédito, e se estiver a pagar uma taxa superior a 20,5%, dê baixa desse contrato e faça um novo. Isto porque os bancos estão limitados a uma taxa máxima de 20,5% (neste trimestre) na novas contratações destes produtos. No entanto caso tenha o mesmo cartão de crédito há mais de dois anos, poderá estar a pagar ainda taxas em tornos dos 30%.

23 Seguros 
A maioria das famílias têm mais do que um seguro - casa, carro, saúde, vida, etc - pelo que a duplicação de algumas coberturas é mais do que provável. Não se esqueça também de analisar as ofertas das seguradoras ‘online', conhecidas como seguradoras ‘low cost'. Como estas companhias funcionam por telefone e Internet não têm tantos custos como as seguradoras tradicionais, pelo que podem praticar preços mais em conta.

Como fazer crescer as poupanças

24 Melhores aplicações conservadoras
 
Entre os produtos vistos como mais seguros, a escolha restringe-se a depósitos a prazo, aos certificados de aforro e do tesouro ou a fundos de mercado monetário ou de tesouraria. Entre estas aplicações, os certificados aparentam oferecer a melhor rendibilidade. A taxa bruta dos certificados de aforro é de 3,07% e os certificados do tesouro poupança mais têm uma taxa efectiva ilíquida de 4,20% para quem mantenha a aplicação por um prazo de cindo anos. A este valor poderá ainda acrescer um prémio dependente da evolução positiva da economia portuguesa. De referir que este é um produto com taxa crescente, pelo que se não forem mantidos durante cinco anos, a taxa efectiva é mais baixa que os 4,20%. Os valores oferecidos pelos certificados são mais do dobro da média das taxas que os bancos propõem nos depósitos. No final de Agosto, data dos dados mais recentes do Banco de Portugal, a banca oferecia 1,51% nas novas aplicações. No entanto, em alguns bancos é possível encontrar alguns depósitos com taxas acima de 3% (casos do Best Bank, do Banco Carregosa, do Banco Privado Atlântico Europa e do PrivatBank, segundo dados da Deco Protestes). Porém, o PrivatBank não está coberto pelo fundo de garantia de depósitos e muitos dos outros produtos que oferecem mais de 3% são destinados a novos clientes. Já os fundos de tesouraria e de mercado monetário, que na maior parte dos casos não garantem o capital investido, têm rendibilidades líquidas médias de 0,79% e 0,83% nos últimos 12 meses, de segundo dados da APFIPP.

25 O equilíbrio entre poupar e arriscar 
Para conseguir uma maior taxa de crescimento das poupanças, pode-se ter de se incorrer em mais risco, diversificando o património por obrigações e acções, por exemplo. Para ganhar exposição a estas classes de activos, pode-se investir directamente naqueles títulos ou escolher fundos de investimento. Esta última opção é a que os especialistas dizem ser mais aconselhada para aforradores que não tenham grande experiência nos mercados financeiros. Ao investir nos mercados financeiros, os aforradores devem ter em atenção o seu perfil de risco e construir uma carteira com uma exposição a activos de risco que se coadunem com esse perfil. Terão de também traçar os seus objectivos e o horizonte de investimento e o montante que estão dispostos a perder caso a evolução do mercado não seja positiva. Outra das regras de ouro é diversificar as aplicações, tanto por classes de activos como por regiões para impedir que um problema específico de um sector do mercado leve a tombos gigantes no valor das suas poupanças. Além disso, convém ter presente que ganhos que determinados fundos ou activos tiveram no passado não são garantia de que venham a conseguir ter evoluções semelhantes no futuro.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

25
Out14

DECO: 90% do dinheiro investido em PPR está mal aplicado

adm

Mais de 90% do dinheiro investido em Planos de Poupança Reforma está mal aplicado e, por isso, não tem o retorno desejado. O alerta é dado pela Deco que lança hoje um site que permite comparar planos e encontrar o mais adequado para cada situação.

A Associação para a Defesa do Consumidor analisou 97 PPR disponíveis em Portugal e percebeu que mais de 90% do dinheiro investido, cerca de 15 mil milhões de euros, "foi dirigido para produtos sob a forma de seguro com capital garantido, que rendem pouco". A má escolha, diz a Associação, "corresponde a uma perda global anual de 308 milhões".

Além disso, o estudo hoje divulgado mostra que "a coberto dos benefícios fiscais, as entidades gestoras abusam das comissões" praticadas, o que leva a que os clientes percam duas vezes: uma por terem um produto pouco generoso e outra por pagarem demasiado ao banco ou à seguradora.

"Em média, os aforradores pagam à cabeça 1,3% quando subscrevem um PPR sob a forma de seguro com capital garantido e 1,1% no caso dos fundos. Ao valor do PPR é ainda subtraída a comissão anual de gestão e depósito, que atinge os 0,8% nos seguros e 1,6% nos fundos", revela a Deco.

São estes aspetos que levaram à criação do site "ganhemaisnoPPR", uma página que permite fazer simulações de quanto se está potencialmente a perder e quanto se poderia ganhar se fosse feita uma mudança de produto. É que apesar das comissões geralmente elevadas, foram encontrados "produtos com rendimentos interessantes", que motivam o apelo à mudança.

Os favoritos da Associação são cinco: Leve II PPR (Fidelidade), PPR SGF Garantido (SGF) e PPR Garantia de Futuro (Futuro e Montepio), todos com capital garantido, e Optimize Capital Reforma PPR Moderado (Optimize) e Optimize Capital Reforma PPR Acções (Optimize), sem capital garantido.

Para realizar este estudo, a DECO tentou fazer a troca de cinco PPR, mas encontrou algumas dificuldades e por isso, deixa o aviso: nunca foi possível trocar de plano em menos de um mês, apesar de na lei estarem previstos apenas 10 dias.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/m

31
Ago14

PPR dominam rentabilidade nas poupanças individuais nos últimos anos

adm

Os planos de poupança reforma (PPR) têm ganhado a confiança dos aforradores portugueses nos últimos oito anos.

Tudo porque os PPR apresentam «estabilidade e rentabilidade garantida» superior face aos depósitos a prazo, afirmou o presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), citado pela Lusa.

Um estudo da APS revela que entre 2006 e 2013, «um período conturbado, que inclui duas crises financeiras (em 2008 e em 2011), e os processos de recuperação, os produtos que melhor remuneraram as poupanças individuais foram os PPR (Planos de Poupança Reforma - não ligados a fundos de investimento)», que apresentam um rendimento garantido aos seus clientes.

Segundo o presidente da APS, Pedro Seixas Vale, a análise realizada naqueles oito anos, a que se pode somar a informação referente a julho deste ano, permitem concluir que os PPR são um produto que tem vindo «a ganhar a confiança dos aforadores individuais pela sua estabilidade a médio e longo prazo e pela atratividade da sua rentabilidade».

Os tradicionais PPR, não ligados a fundos de investimento, que combinam garantias de capital e rendimento, têm uma rentabilidade superior aos certificados de aforro e, mesmo, aos depósitos a prazo, assinalou o responsável, adiantando que a análise da rentabilidade histórica mostra que «a volatilidade e o risco não são, por certo, o melhor dos atributos» para o investimento de um aforrador individual tradicional.

A taxa de rentabilidade anual dos PPR tradicionais foi de 3,4% ao longo dos últimos oito anos, seguindo-se a dos seguros ligados a fundos de investimento com 3,1%, as novas operações de depósitos a prazo (2,9%), os depósitos a prazo até dois anos (2,6%), os depósitos a prazo com mais de dois anos (2,4%) e os certificados de aforro - produtos financeiros do Estado - que são remunerados com uma taxa de 2,4%, esclarece o estudo.

A taxa de inflação ao longo do período em análise situou-se 1,9%, pelo que, em média, as poupanças investidas no início de 2006 nos tradicionais seguros PPR tiveram uma rentabilidade anual de 3,4% até 2013, o que correspondeu a um prémio real de 1,5 pontos percentuais sobre a taxa de inflação (que, em condições normais, será apenas ligeiramente atenuada com a tributação em sede de IRS - Imposto sobre o rendimento das pessoas singulares), dado o regime de que beneficiam.

«Acresce que, por força das garantias de rendimento existentes, o nível de rentabilidade destes produtos assumiu um perfil de grande estabilidade ao longo dos oito anos, estando permanentemente protegido das oscilações de mercado», refere o estudo, escreve a Lusa.

Embora sem o mesmo nível de proteção face às oscilações de mercado, é de referir que o desempenho dos seguros ligados a fundos de investimento (que não PPR), estão igualmente "muito acima" da taxa de inflação.

A sua taxa de rentabilidade média anual, no entanto, atingiu os 3,1% neste período, suplantando a dos depósitos a prazo e dos certificados de depósito.

Os PPR, em que a taxa e o capital são garantidos e que têm merecido a preferência dos consumidores, têm um perfil de risco em que as obrigações têm um peso de 75%, sendo que deste valor, 40% são obrigações do Estado e 35% de empresas privadas.

 

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/ec

21
Jul14

Poupanças. Saiba se o seu dinheiro está seguro no banco

adm
Apesar da crise e dos rendimentos mensais serem cada vez mais curtos, a verdade é que muitos portugueses continuam a investir em produtos de poupança. Os depósitos a prazo continuam a captar o interesse dos consumidores apesar da taxa de remuneração ser cada vez mais curta, mas por outro lado, também são dos instrumentos financeiros mais fáceis de aplicar. O certo é que a instabilidade vivida no Banco Espírito Santo (BES) – e as ameaças de contágio ao sistema financeiro português – veio assombrar alguns portugueses que têm as suas poupanças nesta instituição. Mas os depósitos a prazo não são os únicos instrumentos de poupança acessíveis aos consumidores. A oferta é cada vez maior e há que ter alguma cautela na avaliação das opções. 

 

Em primeiro lugar deverá definir o montante que poderá poupar e incluir esse valor no seu plano mensal de gastos. Investir nos produtos sem riscos é apontado como a melhor aposta para que haja uma garantia de que o dinheiro está de facto a ser rentabilizado 

 

Depósitos a prazo

São seguros? Se é cliente do Banco Espírito Santo (BES) e tem, por exemplo, depósitos a prazo neste banco, é natural que as notícias em torno desta instituição financeira o deixem um pouco perturbado. No entanto, de acordo com a Associação de Defesa de Consumidor (Deco), neste momento não há grande motivo de preocupação.

E por várias razões: as irregularidades referidas foram detectadas na empresa ESI que detém 49,2% da ESFG. Esta é, por sua vez, o maior accionista do BES (detém 25,1% do banco), mas não é responsável pela situação financeira da ESI. A associação lembra ainda que o banco parece solvente e apresenta um rácio de solvabilidade Core Tier 1 de 9,8%, calculado em 31 de Março de 2014 segundo os critérios da Autoridade Bancária Europeia e acima do mínimo de 9% fixado por esta entidade (era 10,2% pelos critérios do Banco de Portugal cujo mínimo é de 10%). "Além disso, o aumento de capital efectuado pelo BES, em Junho, reforçou a sua solidez financeira e agora o seu rácio de solvabilidade Common Equity Tier 1 atinge 11,4%, bem acima do mínimo regulamentar de 7% agora em vigor com a implementação faseada das regras de Basileia III", salienta.

Além disso e, no caso do pior cenário, os consumidores beneficiam do Fundo de Garantia de Depósitos até 100 mil euros por banco e por titular e inclui os juros até à data de indisponibilidade dos depósitos. Não se esqueça que abrange todos os depósitos obtidos por bancos sediados em Portugal e fora da União Europeia. "Neste momento, acreditamos que não há motivos de preocupações para o seu dinheiro depositado no BES, sobretudo se este não exceder o valor de 100 mil euros por depositante/titular", acrescenta a Deco.

Por isso se perdeu os receios em investir neste produto de poupança então prepara-se para receber taxas de remuneração pouco atractivas. A maioria dos depósitos até um ano está a pagar, em média, uma taxa anual líquida na ordem dos 2%. Se estiver a pensar em investir neste produto analise a concorrência porque as diferenças de juros são substanciais de banco para banco. Cuidado com os depósitos indexados: o mais provável é reaver apenas o seu capital ou ficar pelo rendimento mínimo.

Outros Produtos de investimento

Aforro e Poupança Mais

Mais atractivos O governo tem vindo a tentar captar a poupança das famílias para a dívida pública. Depois de, em Agosto de 2012, ter alterado as condições de remuneração dos certificados de aforro – em que os aforrados beneficiam de uma bonificação de 225 pontos base que estará em vigor até ao final de 2016 – no final de Outubro de 2013 lançou os Certificados do Tesouro Poupança Mais, cujas subscrições têm feito aumentar o saldo dos certificados do tesouro. Este último produto apresenta uma remuneração mais atractiva se mantiver essa aplicação entre 3 a 5 anos.  No primeiro ano, paga um juro de 2,75%, no segundo 3,75%, no terceiro 4,75% e 5% no quarto e quinto ano. Mas a remuneração oferecida nos últimos dois anos pode aumentar se a economia portuguesa crescer. 

Plano Poupança Reforma  

Menos interessante Segundo a Deco, apesar de os Planos Poupança Reforma (PPR) terem vindo a perder parte do interesse, continuam a ser vantajosos do ponto de vista fiscal. “A tributação à saída pode baixar até 8% sobre os ganhos, em vez dos 28% da maioria das aplicações financeiras. Todavia, o interesse de continuar a aplicar em PPR fica circunscrito aos aforradores entre os 40 e os 55 anos”, refere a associação.  “Se tem um PPR e o desempenho deixa a desejar, transfira-o para outro mais rentável e com menos custos. 

Outra alternativa passa por apostar nos PPR na forma de fundos de investimento e fundos de pensões. Nos 12 meses que terminaram no final de Março, estes planos renderam, em média, 6%. De fora da análise ficaram os PPR na modalidade de seguros de vida.
 
Obrigações do Tesouro 
Cautela Até há bem pouco tempo, adquirir Obrigações do Tesouro era um bom negócio, já que era uma das formas mais rentáveis de aplicar as poupanças de médio ou de longo prazo com capital garantido. No entanto, segundo a Deco, “os sinais de recuperação económica, o aumento da credibilidade nacional e a saída da troika do país conduziram à subida das cotações destas obrigações, que se negoceiam na bolsa, reflectindo-se automaticamente  numa diminuição substancial dos rendimentos potenciais à maturidade dos títulos”. Isto significa que a redução dos rendimentos foi tão rápida  como tinha sido a subida dos juros quando “estalou” a crise financeira. Vamos a contas: prepara-se para um rendimento anual líquido de 1% a 5 anos e 2% para um rendimento a 10 anos.
 
Ouro 
Resposta à crise É uma referência durante as épocas de crise, principalmente quando se vive instabilidade no sector financeiro e na dívida pública. Mas nem tudo é simples: “o brilho do ouro poderá eclipsar-se porque não há garantia de rendimento futuro”. É necessário respeitar regras, como ter cuidado com o local onde a aquisição for feita e o preço deste metal. Como investir? Pode apostar em barras (com pesos entre 2,50 gramas e 12,50 quilos).
Em Portugal, o peso do ouro expressa-se em euros por grama e as cotações derivam de Londres, onde o preço é fixado em dólares por onça (31,1 gramas). Pode também  investir em moedas. A libra esterlina e os reis portugueses são as mais populares. Para investir indirectamente pode apostar nos fundos de investimento: exchange – traded funds (ETF) e warrants – que são as opções preferidas dos portugueses.
 
Bolsa  
Mais arriscado  O investimento directo na bolsa ainda assusta muitos portugueses. Pode representar um negócio mas o risco é sempre elevado. O investidor pode fazer a compra individualmente quando escolhe directamente as acções que deseja ou através de fundos de acções, ao adquirir unidades de participação de um destes instrumentos. Os especialistas aconselham os interessados a fazer este investimento a prazo (pelo menos a cinco anos) para ultrapassar as flutuações do mercado. Não se esqueça da regra do “dividir para reinar”: Ao escolher títulos de diferentes países e sectores, consegue reduzir as flutuações do investimento. Tenha em conta o intermediário financeiro: uma opção acertada pode significar uma poupança de muitos euros. Para isso, recorra aos vários simuladores existentes.  
fonte:http://www.ionline.pt/ar
26
Mai14

Investimento. Outros produtos a pensar em quem quer uma oferta tradicional

adm
A oferta é variada e os juros a pagar também. Escolha o produto que mais se adequa às suas necessidades

Para os consumidores mais resistentes aos produtos inovadores de poupança continuam a existir as soluções tradicionais, uns mais atractivos em termos de remuneração do que outros.

É o caso dos certificados de aforro que continuam a ser vistos como vantajosos até 2016, devido às novas regras. Já no caso das obrigações do tesouro, o rendimento tem descido muito e só em prazos longos (cerca de 10 anos) é que permitem o mesmo rendimento dos certificados do tesouro poupança mais. Este último é o produto mais interessante "no momento e deverá ser subscrito antes que o Estado mude as taxas de juro", alerta a Associação de Defesa do Consumidor (Deco).

Mas é preciso ter alguns cuidados, apesar de serem vistos como produtos com baixo nível de risco se se verificar uma restruturação da dívida pública, o rendimento de todos estes títulos pode ser afectado. "Mas essa é uma situação pouco provável, pelo que existe um baixo risco de perda do capital investido", salienta a associação.

Lançados a 31 de Outubro do ano passado, os certificados do tesouro poupança mais atraíram os investidores portugueses. Segundo dados do boletim mensal da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), em apenas três meses, arrecadaram 861 milhões de euros, tendo sido apenas resgatados 38 milhões. Tal como os certificados de aforro, podem ser subscritos aos balcões dos CTT, mas o mínimo exigido é de mil euros - o aforro exige um montante mínimo de 100 euros. Rendem juros anualmente mediante uma taxa crescente e têm um prazo máximo de cinco anos. Não permitem a mobilização antes do primeiro pagamento de juros, ou seja, antes de um ano. O rendimento bruto é de 2,75% no primeiro ano, 3,75% no segundo e 4,75% no terceiro. No quarto e quinto anos, a taxa bruta é 5%. "Nos dois últimos anos, pode acrescer um bónus de 80% da taxa de crescimento do PIB, se for positiva. Caso se confirmem as estimativas de crescimento feitas pelo FMI para Portugal, de 1,8% entre 2017 e 2018, o investidor pode obter até 3,4% ao ano, de rendimento líquido. Contudo, estão garantidos apenas 3%", revela a Deco.

 

fonte:http://www.ionline.pt/a

27
Dez11

Sete dicas para encontrar os melhores fundos

adm

Construção de um portefólio de fundos de investimento significa colocar o seu dinheiro nas mãos de um estranho.

E apesar desse estranho ser um profissional na gestão de activos, isso não significa que a responsabilidade esteja apenas do lado de quem gere as suas poupanças. Cabe a si fazer o trabalho de casa. Cabe a si e escolher o fundo e a equipa de gestão que mais créditos oferecem para o seu dinheiro. É fundamental estudar o passado mas também antever o futuro, fazer contas às comissões e aos potenciais impostos a pagar. É fulcral conhecer os fundos e, muito importante, conhecer-se a si mesmo. Por isso, para não ficar escaldado da próxima vez que consultar o estado da sua carteira de investimentos, tome atenção a sete regras de ouro que o vão ajudar a encontrar os fundos certos.

1 - Pesquise o máximo que puder
A compra de um fundo de investimento assemelha-se muito à compra de uma casa: antes de decidir pela "tal" é preciso ver muitas. O mesmo sucede com os fundos. Antes de tomar uma decisão é fundamental que percorra o que o mercado oferece a "pente fino". Comece por visitar por alguns ‘sites' para tomar conhecimento em mais detalhe sobre os produtos. O sítio da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Património (www.apfipp.pt) é um bom começo para comparar os desempenhos e a classe de risco de todos os fundos de investimento nacionais. No sítio da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (www.cmvm.pt) poderá, entre outras, ficar a par das transacções realizadas pelo fundo durante o mês. E para comparar e recolher informações sobre qualquer fundo comercializado em Portugal, ro use a ferramenta da Morningstar disponível no sítio do Diário Económico.

2 - Aposte num currículo vencedor
O sucesso de um gestor mede-se da mesma forma que o sucesso de um treinador de futebol: pelos resultados alcançados. É por isso preferível investir num fundo gerido por um profissional com provas dadas do que por alguém que começou agora a gerir carteiras de investimento. Consulte o prospecto do fundo e o sítio da casa de investimento que gere o fundo para saber mais sobre o historial do gestor e da equipa de gestão do fundo. Mas atenção: é verdade que um gestor com um passado recheado de bons resultados é um bom prenúncio mas só isso não chega para fazer um bom fundo.

3 - Procure consistência nos ganhos
Dizer que um fundo rendeu 7% por ano no último quinquénio é muito diferente de dizer que o fundo deu 7% ano passado. Qualquer fundo pode ter um ganho fora de série e ganhar muito acima dos seus pares num ano, mas manter consistência nos ganhos e na estratégia é mais complicado. Por exemplo, o melhor plano poupança-reforma (PPR) sob a forma de fundo de investimento em 2010 é um dos piores em 2011. Se está a indeciso entre um e outro fundo não caia no erro de comparar rendibilidades em períodos curtos. Prefira escolher um maratonista a um velocista com pouco pulmão.

4 - Aposte na reputação do fundo
Se o fundo que lhe suscitou interesse é gerido por um gestor com pouca experiência e sem grandes feitos passados, não o descarte já da sua lista. Caso o fundo apresente uma forte estratégia e uma sólida identidade marcada por bons desempenhos talvez mereça uma segunda oportunidade. Confirme apenas se o novo gestor tem acompanhado de perto a gestão do fundo. Por vezes, o novo gestor pode até ter feito da equipa do fundo durante vários anos. Além disso, procure saber qual foi a evolução do fundo em matéria de "estrelas Morningstar". Este critério de avaliação, desenvolvido pela própria Morningstar, líder na produção de informação financeira, tem em conta um conjunto de variáveis relacionadas com fundo como é o caso de rendibilidades passadas, comissões, estratégia seguida e perfil da equipa de gestão.

5 - Agarre-se ao prospecto e à ficha técnica
Uma das principais frases que se lê em qualquer prospecto, que acompanha todos os fundos, diz que as "rendibilidades passadas não são garantia de rendibilidade futuras." Esta é a principal lição que os investidores devem retirar quando pretendem investir as suas poupanças em fundos de investimento. Leia atentamente o prospecto do produto e a ficha ténica com o intuito de ficar esclarecido quanto à estratégia de gestão do fundo para ficar ciente do verdadeiro risco que estará a incorrer e das rendibilidades potenciais que poderá amealhar. Só depois de perceber exactamente o que vai comprar é que deve tomar uma decisão.

6 - Use a abuse do poder dos rácios financeiros
Comparar fundos de investimento não se resume a uma análise de rendibilidades. O nível de risco é outra variável que os investidores deverão ter em atenção. Por isso, na hora de optar por um fundo, tenha em atenção ao rácio Sharpe, por exemplo, que combina a rendibilidade e o risco. É importante que estas comparações se façam apenas entre fundos da mesma categoria. Se a matemática não é o seu forte não tem problema. Apenas precisa de ordenar os fundos pela plataforma de pesquisa de fundos do seu banco e escolher o que oferece o rácio de Sharpe mais elevado. A maior parte dos intermediários financeiros já oferece esta função.

7 - Faça as contas às comissões
São muitos os fundos que ainda cobram comissões de subscrição e de resgate. Se for esse o caso do fundo que tem debaixo de olho, desconfie. Não há qualquer justificação para a sociedade gestora lhe cobrar comissões na hora de entrar e sair do fundo. Bem diferente é a comissão de gestão. Neste caso, não siga a estratégia do poupadinho pois nem sempre a solução mais económica é a melhor: um fundo que ofereça rendibilidades de 6% ao ano e cobre uma comissão de gestão de 2,5% continua a ser bem melhor que um fundo concorrente que, apesar de cobrar 1% para gerir o seu dinheiro, apresenta um desempenho de 1%. Se custos mais elevados justificarem ganhos maiores talvez valha a pena subscrever um fundo que cobre comissões de gestão mais elevadas.

fonte:http://economico.sapo.pt/

27
Dez11

Cinco oportunidades de investimento para 2012

adm

Acções, dólar australiano, paládio, cobre e milho são cinco das apostas da IG Markets para o próximo ano.

Ser optimista num cenário de forte contracção económica, ao mesmo tempo que se gere um orçamento familiar sob um amplo plano de medidas de austeridade, não é fácil. Nos mercados, o sentimento é partilhado pelos investidores: depois de um 2011 marcado por uma desvalorização superior a 10% das acções europeias, de uma onda de cortes de ‘rating' no espaço do euro que geraram subidas avassaladoras das ‘yields' das obrigações do Tesouro de vários países da zona euro e de constantes surpresas, pouco animadoras, na carteira dos investidores, o próximo ano não promete ser muito diferente. Promete ser, novamente, um ano impróprio para cardíacos. "Em 2012 deveremos potencialmente estar preparados para mais surpresas negativas do que positivas", vaticinam os analistas da IG Markets no ‘outlook' de 2012 para os mercados financeiros, que antecipa uma contracção de 0,5% do PIB europeu e um crescimento da economia global de 3,5%.

Contudo, os especialistas não deixam de salientar algumas boas oportunidades que podem ser aproveitadas pelos pequenos investidores no próximo ano. Nomeadamente, no campo do mercado accionista e das matérias-primas. No canto oposto estão os tradicionais ‘safe heaven', "especialmente os ligados à dívida soberana", como é o caso das obrigações do Tesouro da Alemanha e dos EUA, actualmente a oferecer rendibilidades reais negativas.

Crise torna acções nacionais pouco atractivas
A bolsa nacional tem sido uma das praças financeiras mais castigadas pelos investidores ao longo deste ano, em resultado de toda a situação em que tem estado envolvida a economia nacional. E face às estimativas de crescimento para 2012 apresentadas pelos principais organismos (Governo, Comissão Europeia e FMI), que apontam para uma correcção do PIB em torno dos 3%, os especialistas da IG Markets acreditam que "não se perspectiva uma recuperação generalizada para o mercado nacional". Recorde-se que desde Janeiro o principal índice accionista da Euronext Lisboa (PSI 20) acumula perdas acima de 30%. "Ainda assim, os títulos que poderão evidenciar melhores ‘performances' relativas continuarão a ser os de empresas mais diversificadas como a Jerónimo Martins, Galp, Cimpor, bem como de empresas com uma estrutura de ‘cash flows' mais previsível e por isso tradicionalmente mais defensivas - EDP e REN."

O sector menos interessante para os investidores volta a ser a banca que "deverá manter-se sobre especial pressão, num contexto de mercado monetário interbancário praticamente vedado às entidades nacionais e exigências muito relevantes de desalavancagem". Face a esta realidade, os especialistas referem que "considerando os objectivos de risco e retorno, bem como o horizonte temporal de investimento, apenas consideramos interessantes as apostas no sector bancário para horizontes temporais de (muito) longo prazo, já que os resultados sofrerão reduções drásticas (no sector em geral)."

Num quadro bem diferente deverão constar as acções norte-americanas: segundo as estimativas dos especialistas da IG Markets, o principal índice accionista dos EUA (S&P 500) deverá chegar ao final do próximo ano a cotar nos 1.393 pontos, traduzindo-se assim num potencial de valorização teórico de 13% face aos valores de ontem.

Outra aposta da equipa de Nuno Serafim para o próximo ano foca-se no mercado das matérias-primas que, segundo os especialistas, deverá continuar a registar uma forte correlação com os mercados accionistas. "Gostamos de matérias-primas que sofrem constrangimentos ao nível da oferta como o paládio, cobre e nos cereais o milho". Para os investidores com um perfil de risco mais arriscado, há ainda a possibilidade de investir no mercado cambial. E neste capítulo, a IG Markets volta a recomendar o investimento em dólares australianos por acreditar que a Austrália deverá "continuar a ser um país com crédito de ‘rating' ‘AAA' e, mais importante, deverá continuar a atrair um fluxo muito significativo de capital com objectivo de investimento directo estrangeiro". No canto oposto figuram as moedas europeias da zona euro e a libra esterlina. No caso do euro, o pessimismo dos especialistas vai tornar-se mais agudo se o "Banco Central Europeu acabar por enveredar por uma política de expansão monetária".

fonte:http://economico.sapo.pt/

25
Dez11

Bolsa: se é investidor, tome nota

adm

Se investe na bolsa, saiba que as atenções vão estar voltadas esta semana para o valor preliminar da inflação alemã e para os dados referentes ao mercado imobiliário norte-americano, numa altura calma em termos de divulgação de indicadores.

«Os próximos dias serão bastante calmos no que diz respeito à divulgação de indicadores macroeconómicos, tanto na Europa como nos Estados Unidos, cujos índices estarão encerrados na segunda-feira» após o Natal, disse à agência Lusa Telma Santos, analista de acções do Millennium investment banking.

Na Europa, os investidores estarão atentos à divulgação do valor preliminar do índice de preços no consumidor alemão.

«Os preços no consumidor devem ter subido 2,4% em Dezembro face a Dezembro de 2010 e 0,8% o face a Novembro», adiantou a analista, a partir do consenso de analistas contactados pela agência de informação financeira Bloomberg.

Também na Alemanha é esperado pelos analistas um crescimento mensal de 0,3% das vendas a retalho de Novembro.

Por cá, o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga na quinta-feira as contas nacionais trimestrais por sector industrial.

Do outro lado do Atlântico, nos EUA, o mercado imobiliário estará em destaque: serão conhecidas as vendas de casas pendentes em Novembro e o índice de preços de casas S&P/CS das 20 maiores cidades norte-americanas.

No que respeita às vendas de casas pendentes, é esperado um aumento de 1,8% do número de contratos de promessa compra e venda assinados para comprar casas usadas.

Já o índice de preços de casas S&P/CS deverá apontar para um decréscimo de 3,2% dos preços no mês de Outubro.

Ainda nos EUA, o indicador de actividade empresarial norte-americano Chicago PMI deverá recuar em dezembro, enquanto a confiança dos consumidores medida pelo Conference Board deve registar uma melhoria.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

23
Dez11

Diversificar o risco é o segredo para ganhar em 2012

adm

Deixe de lado os activos de maior risco e aposte em diversificar o investimento, defende o Banco Best.

O mundo inteiro tem estado a preparar-se para um 2012 negro. Seja em termos de abrandamento do crescimento económico, do aumento da dívida pública mundial ou de investimento em activos de maior ou menor risco. Os analistas traçam vários cenários para aquele que poderá ser o ‘ano horribilis' da década. Mas não se assuste: os seus investimentos podem continuar a garantir um retorno se diversificar os riscos.

"Os títulos de dívida pública dos países mais seguros, como os EUA e Alemanha, poderão continuar - caso exista um aumento da incerteza - a ser considerados activos de refúgio, embora o seu potencial de valorização, dado o actual nível de taxas de juro, seja diminuto", explicou Diogo Serras Lopes, Director de Investimentos do Banco Best, em declarações ao Diário Económico. O responsável sublinha que, por isso mesmo, "a diversificação, tanto de regiões, como de classes de activos ou moedas - continua a ser a melhor forma de proteger os investimentos do risco específico de um determinado evento".

Na mesma ocasião o responsável salientou que "o ano de 2012, pelo menos na parte inicial, continuará a ser marcado por um nível elevado de incerteza, nomeadamente na questão dos desenvolvimentos da crise europeia", explicando que, por isso mesmo, "os activos de risco, embora se encontrem de forma geral a níveis baixos de avaliação em termos de comparações históricas - o que aumenta a sua atractividade no longo-prazo -, poderão estar pressionados no curto-prazo, tanto pelo nível elevado de incerteza, como pela possível redução de estimativas de crescimento económico".

Estimativas que "têm vindo a ser revistas em baixa nos últimos meses, em parte devido às dificuldades sentidas pela zona euro na resolução da crise actual", afirmou o especialista, lembrando ainda que "desde que a desaceleração sentida nos mercados desenvolvidos não assuma proporções significativamente maiores", os países emergentes poderão ser parte da solução. As chamadas economias em desenvolvimento têm registado um crescimento superior ao dos países desenvolvidos, embora se tenha assistido a uma ligeira desaceleração nos últimos meses do ano. No entanto, "a menor dependência dos países emergentes das exportações para os países desenvolvidos, através do reforço da componente de procura doméstica nestas economias, poderá tornar as economias emergentes menos sensíveis aos maiores problemas sentidos nas economias desenvolvidas", concluiu.

Por isso, a aposta em divisas de países emergentes ou em moedas consideradas muito seguras - como o franco suíço - deverá também estar na mira dos investidores durante o próximo ano, numa altura em que têm estado a valorizar tanto face ao dólar quanto face ao euro.

Dívida mundial não pára de aumentar
A dívida mundial registou, entre 2002 e 2010, um aumento de 11% ao ano. Contas feitas e a dívida pública global é actualmente de cerca de 30 biliões de euros, o que representa um grande travão ao crescimento económico mundial. "A diminuição do actual nível de dívida global é algo que será necessário realizar durante os próximos anos, indo até, potencialmente, além da próxima década", diz Diogo Serras Lopes.

No "relógio mundial da dívida", uma ferramenta disponibilizada pela revista ‘The Economist' e que mede ao segundo a evolução da dívida mundial, Portugal destaca-se, a cor-de-laranja, como um dos países com mais elevada dívida pública do mundo, a par de Espanha, da Austrália e da Finlândia. França, Itália e Alemanha estão, por seu lado, pintados a vermelho, registando um nível de dívida pública superior a 75% do PIB nacional.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

06
Dez11

Reforma com investimentos adaptados

adm

Se tem mais de 40 anos e alguOs Certificados do Tesouro e os fundos mistos são os destinos recomendados a quem prepara o pé-de-meia para a reforma. Se tem um PPR pouco rentável, transfira o montante para outro PPR.

Os Certificados do Tesouro e os fundos mistos oferecem as melhores perspetivas. Os primeiros são mais adequados para quem tem mais de 50 anos e/ou privilegia a segurança do investimento. Em caso de necessidade, pode levantar o dinheiro 6 meses após a aplicação, mas se o fizer fora da data de aniversário, perde os juros desse ano.

Até aos 50 anos, pode arriscar um pouco mais e apostar em fundos mistos com os conselhos da PROTESTE INVESTE. Estes não garantem o capital, mas oferecem maior potencial de rendimento a longo prazo do que os Certificados do Tesouro. Os valores de subscrição são variados: alguns permitem investir a partir de 250 euros.

Se tiver 10 mil euros ou mais para aplicar e tempo para seguir os investimentos, pode construir a sua carteira de fundos, seguindo os conselhos da PROTESTE INVESTE.

Os planos de poupança-reforma (PPR), solução interessante até ao ano passado, perderam grande parte dos benefícios fiscais, o seu principal atrativo. Por isso, entram em competição direta com outras aplicações financeiras e saem derrotados: a sua rentabilidade não se destaca, apresentam mais custos e menos liquidez. Quem os subscreveu está preso ao investimento, uma vez que só pode movimentar em condições específicas, como desemprego há mais de um ano, doença grave ou a partir dos 60 anos.

Se for este o seu caso e reforça periodicamente o PPR, cancele as entregas e canalize-as para produtos mais rentáveis. Quanto ao capital investido, não tem interesse em resgatá-lo fora das condições previstas na lei: além de ser obrigado a restituir os benefícios fiscais, teria de pagar 1% de penalização sobre o rendimento. Porém, pode transferi-lo para um PPR mais rentável. Compare o rendimento da sua aplicação nos últimos anos com o de outras, contabilize as comissões e verifique se é vantajoso mudar. A transferência de fundos PPR sem capital garantido não tem custos para o investidor. Já os produtos de capital garantido podem pagar até 0,5% pela mudança.

Se subscreveu um PPR como contrapartida de uma redução no spread do crédito à habitação, o mais provável é ser obrigado a manter as condições negociadas. Verifique o contrato e pergunte no banco se há alternativa.

fonte:http://www.deco.proteste.pt/

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