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Poupanças e Investimentos Seguros

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05
Fev15

Ainda compensa investir em Certificados de Aforro e do Tesouro?

adm

OIGCP anunciou no final de sexta-feira um corte significativo nas taxas dos instrumentos de dívida para o retalho.Compare as novas taxas com as alternativas a estes produtos.

Após ter captado, em 2014, cinco mil milhões de euros com os produtos de poupança direccionados para o retalho, o Estado decidiu cortar a remuneração oferecida por estes instrumentos. Os Certificados de Aforro (CA) terão uma nova séria que pagará cerca de três vezes menos que a anterior, situando-se, para quem subscreva este mês, em 1,058% ilíquidos. E a taxa média dos certificados do tesouro poupança mais, para quem os detenha no prazo de cinco anos, cai de 4,25% para 2,25% ilíquidos.

As nova condições destes produtos apenas se aplicarão a quem os subscreva a partir deste mês. Quem tenha feito aplicações anteriormente, mantém as condições oferecidas na altura, o que levou a uma corrida aos certificados na última quinzena do mês para aproveitar essas condições.

Certificados de Aforro passam a pagar menos que os depósitos

O corte anunciado pela agência que gere o crédito público afectou principalmente os Certificados de Aforro. Estes produtos, que para quem subscreveu em Janeiro pagavam uma taxa de 3,069%, passam a pagar um juro ilíquido de 1,058%. O Estado criou uma nova série, a série D, que paga um acréscimo de 1% à média dos valores da Euribor a três meses observados nos dez dias úteis anteriores. A série C, que esteve em vigor até ao final da semana passada, tinha a mesma forma de cálculo, com a diferença de que aos 80% da Euribor era acrescido um prémio de 2,75 pontos percentuais.

Com as alterações introduzidas os Certificados de Aforro passam a ser uma das soluções de poupança menos atractivas (ver tabela). A título de exemplo, a média das taxas dos depósitos oferecidas pelos bancos em Novembro, data dos últimos dados divulgados pelo Banco de Portugal, era de 1,33% em termos brutos. No entanto, existem alguns depósitos em bancos de menor dimensão e destinados a novos clientes que chegam a pagar uma taxa de juro bruta acima de 3%.

Já os fundos de investimento mais conservadores, como os de Tesouraria e de Mercado Monetário, têm rendibilidades médias de 0,89% e 0,69%, respectivamente, nos últimos 12 meses.

CTPM continuam a render mais que as obrigações do tesouro

Apesar de também terem visto a remuneração ser revista em baixa, os CTPM aparentam manter alguma atractividade. Estes produtos, que podem ser mantidos por um prazo máximo de cinco anos e têm taxas crescentes, apresentam agora uma taxa média de 2,25% brutos para quem os mantenha no período máximo. 

A nova remuneração está acima da média dos depósitos. Além disto, paga também mais que as Obrigações do Tesouro. Na maturidade a cinco anos, os investidores que comprarem estes títulos conseguem em mercado secundário uma taxa de 1,562%.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

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