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Poupanças e Investimentos Seguros

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05
Fev15

Certificados captaram 1,5 mil milhões de euros em Janeiro

adm

Aforradores aproveitaram o último mês de taxas mais altas para colocarem um valor recorde em certificados. O Tesouro assegurou num mês mais de 60% do objectivo para 2015.

Os aforradores portugueses colocaram um valor recorde em Certificados de Aforro e Certificados do Tesouro Poupança Mais (CTPM) em Janeiro, de forma a evitarem o corte das taxas que foi decidido para as aplicações feitas a partir deste mês. As subscrições líquidas dos produtos de dívida do Estado direccionada para o retalho superaram a fasquia de 1,5 mil milhões de euros até perto do final da semana passada.

 

No primeiro mês do ano, o Estado assegurou cerca de dois terços do financiamento previsto para todo o ano de 2015 através da subscrição destes produtos. O Governo estimava que as aplicações líquidas em Certificados de Aforro e em CTPMatingissem os 2,5 mil milhões de euros este ano. No ano passado, estes produtos representaram um financiamento de cinco mil milhões de euros, um valor equivalente a um terço das necessidades de financiamento líquidas do Estado em 2014.

Subscrições bateram recorde

O valor das subscrições de Janeiro foi o mais alto de sempre. O anterior recorde foi atingido em Julho de 2014, altura em que o ‘stock' de Certificados de Aforro e de CTPM aumentou 587,6 milhões de euros. A corrida aos Certificados ocorreu sobretudo no final do mês depois de em entrevista ao DiárioEconómico, a 14 de Janeiro, a secretária de Estado do Tesouro, IsabelCastelo Branco, ter referido que as taxas dos certificados iriam descer para as subscrições a partir de Fevereiro. 
A nova remuneração foi divulgada pelo IGCP no final de sexta-feira. E foi particularmente penalizadora para os Certificados de Aforro, com a taxa ilíquida a cair de 3,069% em Janeiro para 1,058% para as subscrições feitas este mês. Estes instrumentos ficam com uma taxa abaixo da média dos depósitos que, segundo os últimos dados disponibilizados peloBanco de Portugal, referentes a Novembro, era de 1,33%.

Já os CTPM continuarão a pagar mais que as Obrigações do Tesouro. Isto apesar do corte da taxa média ilíquida de 4,25% para 2,25% para quem mantenha a aplicação pelo período máximo do produto, que é de cinco anos. Estes produtos têm uma taxa crescente. Anteriormente pagavam entre 2,75%, no primeiro ano e 5% no quinto ano. Passaram agora para uma taxa de entre 1,25% e 2,25%. No mercado secundário, os investidores que compram Obrigações do Tesouro a cinco anos obtêm uma taxa de 1,671%.

A descida das taxas dos produtos de dívida do Estado direccionados para o retalho foram explicados pela secretária de Estado do Tesouro com "o contexto de taxas de juro", considerando que actualmente esse contexto "é completamente diferente daquele que existia à data do início dos produtos e da última alteração dos Certificados de Aforro". Defendeu que "faz sentido que o Estado, enquanto emitente, ajuste os juros da sua dívida às condições de mercado e isso também é verdade para a dívida do retalho".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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