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Poupanças e Investimentos Seguros

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14
Mar14

Portugueses confiam 216 milhões de euros aos fundos em Fevereiro

adm
Investimento em fundos voltou a aumentar. Desde o início do ano entraram 568,1 milhões de euros nestes produtos de poupança.

Os portugueses voltaram a confiar as suas poupanças aosfundos de investimento, no mês passado. Estes produtos captaram 216,1 milhões de euros em Fevereiro, elevando para 568,1 milhões o valor das subscrições líquidas.

 

Os investidores nacionais investiram 1.078,2 milhões de euros em fundos geridos por entidades nacionais, enquanto os resgates totalizaram 862,1 milhões de euros, o que perfaz um saldo positivo de 216,1 milhões, segundo os números divulgados pelo relatório mensal da APFIPP (Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios).

 

Num mês forte para os mercados accionistas, os investidores preferiram reforçar as aplicações em fundos considerados mais conservadores e em fundos de obrigações. Os fundos de tesouraria euro e mercado monetário euro foram as categorias que captaram mais investimento. Receberam 81,9 e 66,9 milhões de euros, respectivamente.

 

Também os fundos de obrigações foram alvo de interesse. Os fundos que investem predominantemente em obrigações viram entrar 31,5 milhões de euros, enquanto os fundos especiais de investimento de obrigações registaram subscrições líquidas de 21 milhões.

 

Acções nacionais no radar dos investidores

Após um longo período a evitarem os fundos que investem em acções nacionais, os investidores manifestam-se agora mais confiantes na evolução da bolsa lisboeta, com os aforradores portugueses a confiarem nove milhões de euros a estes fundos, no último mês.

 

Nos dois primeiros meses do ano, estes produtos receberam 25 milhões de euros, com os investidores a serem seduzidos pelos elevados retornos apresentados por estes fundos. Os fundos de acções nacionais são uma das categorias mais rentáveis no último ano, com uma rendibilidade média de 30% no último ano.

 

Apesar do reforço do investimento em fundos de acções nacionais, os restantes produtos que investem em acções de outras regiões perderam capital. Os fundos de acções da União Europeia, Suíça e Noruega perderam 17,4 milhões de euros, enquanto os fundos de acções internacionais e acções americanas obtiveram resgates de 3,1 e 2,2 milhões de euros, respectivamente.

 

Os activos sob gestão nas mãos da indústria aumentaram 2,7%, para 13.053,6 milhões de euros, fruto do aumento das subscrições e das valorizações registadas pelos activos nos mercados.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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