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Poupanças e Investimentos Seguros

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25
Mar14

Portugueses querem investir mais, mas continuam a ser dos mais conservadores

adm
Estudo da Schroders revela que os portugueses acreditam que há mais oportunidades de investimento. Mas, comparativamente à média mundial, revelam ainda muita apetência por aplicações mais seguras para enfrentarem emergências.

Mais de metade dos portugueses estão mais confiantes face às oportunidades de investimento comparando com o ano anterior, revela o Schroders Global Investment Trends Report 2014. Investir será, este ano, a principal prioridade, mas uma elevada percentagem continua a preferir poupar através dos tradicionais depósitos. E poupam para quê? Em Portugal, para uma emergência. Lá fora, para a reforma.

 

De acordo com este estudo, que tem como objectivo conhecer as tendências e opiniões dos investidores a nível global e contou com a participação de 15.749 investidores, distribuídos por 23 países na Europa, Ásia e Estados Unidos, 54% dos portugueses defende que há mais oportunidades de investimento, este ano, contra os 22% no ano passado. Este resultado fica em linha com o optimismo registado a nível global (56%).

 

“A principal prioridade financeira dos portugueses em 2014 será investir o seu rendimento disponível, quer seja em acções, obrigações, fundos de pensões, entre outros. Investir surgiu como a principal prioridade para 43% dos inquiridos, um dado em linha embora ligeiramente inferior à média mundial (48%) e europeia (47%)”, revela a Schroders.

 

Contudo, a segunda prioridade citada por 38% dos investidores portugueses é depositar esse rendimento numa conta poupança, o dado mais elevado entre os seus vizinhos europeus, cuja média ascende a 23%. Um reflexo do perfil mais conservador dos investidores nacionais que mantêm grande parte das suas poupanças junto das instituições financeiras, mas também do sentimento de insegurança dado o contexto do País.

 

“Entre os três principais objectivos ou razões para poupar, os portugueses mostram-se os mais prudentes já que fazer frente a uma emergência e manter o nível de vida actual em caso de perda de emprego ou de um corte no salário aparecem nas primeiras posições com 41% e 20% das escolhas (face a respectivamente 31% e 28% da média global)”, diz a Schroders.

 

A terceira opção, entre os portugueses, é poupar para a sua reforma ou pensão, com 38% de respostas. Na média global, a reforma surge como o principal objectivo da poupança (46% dos inquiridos), seguindo-se a necessidade de fazer frente a uma emergência (31%) e manter o nível de vida actual perante um cenário de redução do rendimento ou mesmo de desemprego (28%).

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/m

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