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Poupanças e Investimentos Seguros

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22
Fev12

O fundo certo para o seu perfil O fundo certo para o seu perfil

adm

 Gostava de fazer investimentos mais arrojados e potencialmente mais rentáveis do que os depósitos a prazo ou contas poupança? Não se importa de correr algum risco em nome de um retorno satisfatório? Os fundos de investimento podem ser a resposta às suas necessidades. Existem para todos os gostos e para todos os perfis, desde aqueles que não querem perder nem um cêntimo do capital investido até aos que não se importam de correr riscos.

Na realidade, os fundos de investimento são instrumentos de poupança coletiva cujo capital é aplicado em diferentes mercados e ativos financeiros. São geridos por gestores profissionais, divididos em partes de características idênticas designadas por unidades de participação (UP) e podem ser abertos ou fechados. Os ativos nos quais investem podem ser mobiliários (ações ou obrigações, por exemplo) ou imobiliários (imóveis como terrenos ou prédios). Conheça os tipos de fundos de investimento mobiliário no mercado nacional, qual o risco que implicam e a quem se destinam, segundo o “Guia do Investidor” da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Fundo de Tesouraria

O que são: Estes fundos investem predominantemente em aplicações de curto prazo e de elevada liquidez, como tradicionalmente são os títulos de dívida pública.

Risco/Retorno: São de baixo risco e têm uma rendibilidade que pode corresponder normalmente à das taxas de juro do mercado monetário. Nos fundos internacionais, poderá haver risco cambial, ou seja, as variações a que o valor da unidade de participação está sujeita em função das oscilações das divisas em que os ativos do fundo estão denominados.

Perfil: Destinam-se a investidores com necessidades de liquidez a curto prazo, com grande aversão ao risco, afirmando-se como uma alternativa ao investimento nos depósitos bancários.

Fundos de obrigações

O que são: Estes fundos são principalmente compostos por obrigações. Há dois tipos de fundos de obrigações: taxa fixa e taxa variável. Nos primeiros, os emitentes pagam periodicamente um juro calculado com base numa taxa que se mantém inalterada até a obrigação vencer. Estes estão mais sujeitos ao risco da taxa de juro – se esta subir o valor das obrigações tende a baixar. Já os fundos de investimento a taxa variável estão menos sujeitos às oscilações da taxa de juro, pois os emitentes das obrigações pagam um juro que periodicamente é revisto em função dessa variação.

Risco/Retorno: São normalmente mais arriscados do que os fundos de tesouraria, mas também oferecem rendibilidade potenciais mais elevadas. Além da exposição às oscilações da taxa de juro, o risco mais relevante é o risco de crédito das obrigações em que investem, ou seja, as empresas que emitem as obrigações não pagarem as suas dívidas (juros ou capital).

Perfil: Destinados aos que suportam um risco superior ao dos seguros depósitos bancários, mas que não toleram risco como o que está presente no mercado acionista.

Fundos de ações

O que são: Como o próprio nome indica, investem os seus capitais predominantemente em ações cotadas em bolsa.

Risco/Retorno: Estes fundos apresentam maior risco, porque o valor das unidades de participação é muito sensível ao risco de variações de preço das ações em que investem. O risco associado a estes fundos pode divergir consoante as bolsas e países em que investem.

Perfil:  Trata-se sempre de uma estratégia de risco, por isso é exclusivamente indicado para aqueles que vibram com a emoção, pois os mercados são voláteis e qualquer alteração num fundamental de uma empresa cotada em bolsa poderá mudar o rumo das suas ações.

Fundos Mistos

O que são: Tentam reunir “o melhor dos dois mundos”: a segurança dos fundos de obrigações e o retorno dos fundos de ações, pelo que o risco e a rendibilidade associados a estes fundos varia em função do peso dos ativos em que investem. Quanto mais obrigações, mais elevada a segurança e menor o retorno potencial. Quanto mais ações, menor a segurança e maior a rendibilidade, dizem as estatísticas.

Risco/Retorno: Depende da composição da carteira. Se for maioritariamente composta por ações, corre maior risco de perder capital, se o principal componente for dívida, está a jogar mais pelo seguro.

Perfil: Ideais para o pequeno investidor, porque pode investir com pouco dinheiro. Estão entre a segurança do depósito a prazo e o risco dos fundos de ações.

Fundos de fundos

O que são: Como o nome indica, estes fundos investem principalmente em unidades de participação de outros fundos. A principal vantagem é que permitem uma maior diversificação de ativos (ações, obrigações, etc), mercados e regiões. É necessário ter especial atenção às comissões cobradas nestes produtos de investimento, pois os subscritores têm de pagar as comissões do fundo e as relativas aos fundos em que este investe.

Risco/Retorno: É determinado pelas características dos fundos em que investe. Assim, se o investimento principal for feito em fundos de ações, o risco será equivalente ao de um fundo de ações.

Perfil: Os fundos de fundos adequam-se à generalidade dos investidores. Mais uma vez, o risco depende do tipo de fundo em que investe o seu capital. Se é avesso ao risco, deverá escolher um fundo que invista até 25 por cento em ações. Já se gosta da adrenalina anexa aos produtos de investimento com mais risco, então deve escolher um fundo cuja carteira seja composta por mais de 50 por cento de ações.

Fundos de índice

O que são: Mais conhecidos com ETF (Exchange-traded funds), estes são fundos de ações ou obrigações cuja política de investimentos consiste na reprodução integral ou parcial de um determinado índice bolsista. Em regra, apresentam comissões de gestão mais baixas do que os fundos de ações ou obrigações, uma vez que a gestão se limita à reprodução do índice.

Risco/Retorno: O risco destes produtos está associado ao índice subjacente. No fundo está a comprar ações de diferentes companhias que, juntas, reproduzem um determinado índice, diluindo o risco de perda que corre quando se opta por negociar um título isolado.

Perfil: Ideal para quem procura investimentos com retorno visível, mas não quer ter muitas preocupações com os seus investimentos, uma vez que pode investir em várias empresas ao mesmo tempo e em mercados longínquos.

Fundos Flexíveis

O que são: São fundos que investem tanto em ações como em obrigações, no entanto, a decisão da composição da carteira é exclusiva do gestor e este pode mudar o conteúdo a qualquer momento. Por outras palavras, não se comprometem com os seus investimentos. Num momento pode ter a carteira cheia de ações, três meses depois já pode ter apenas obrigações. A flexibilidade permite potenciar a valorização quando existe um ambiente positivo no mercado de ações e retrair com obrigações quando existem conjunturas adversas.

Risco/Retorno: O risco decresce em função da quantidade de tempo que decide ter o investimento. A curto prazo, os mercados de ações acarretam um elevado nível de risco de que pode resultar perda de capital aplicado. A longo prazo o risco de perda de capital é mais baixo, visto que se um investimento não estiver a dar certo, o gestor pode mudar o rumo dos investimentos.

Perfil: Ideal para quem não tem medo de arriscar, mas que também não gosta de perder dinheiro. Se a curto prazo este investimento pode acarretar alguns riscos, a longo prazo pode gerar rendibilidades significativas.

 

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt

08
Jan12

Fundos mistos: repartir para ganhar

adm

Com meia-dúzia de tostões, o pequeno aforrador pode ver-se senhor de uma carteira adequada ao seu perfil de risco.

Apostam em acções, obrigações de taxa fixa e variável, depósitos bancários e até noutros fundos de investimento. Têm mínimos de subscrição ao alcance das carteiras mais modestas. No geral, com € 500 já é possível investir. Os fundos mistos são ideais para o pequeno subscritor. Ao subscrevê-los, passa a ser detentor, ainda que indirectamente, de uma carteira diversificada.

Rendem mais do que as aplicações tradicionais, como os depósitos a prazo, e menos do que os fundos de acções. Mas também registam perdas menores do que estes.

Prós e contras

  • Apesar da facilidade de subscrição junto dos bancos, mínimo de investimento acessível, nível de diversificação e maior potencial de valorização do que os produtos tradicionais, os fundos mistos podem não adequar-se a todas expectativas.
  • Desde logo, o capital não está garantido, o que, no entanto, acontece com a maioria dos fundos de investimento. Além disso, como envolvem um certo risco, o dinheiro deve manter-se aplicado, pelo menos, durante 5 anos, para minimizar as surpresas desagradáveis.
  • Alguns produtos, que trazem a sigla FF a seguir ao nome, são fundos de fundos. Distinguem-se por aplicarem quase em exclusivo noutros fundos. Preste atenção às respectivas comissões de gestão e depósito. Terá de suportar, ainda que indirectamente, os custos dos fundos detidos pelo FF. Ou seja, irá pagar duas vezes a título de gestão e depósito sem se aperceber. Para informá-lo, muitos FF indicam no regulamento de gestão as comissões máximas a suportar.

Pesar as acções

  • Os fundos mistos têm como filosofia a diversificação, pelo que o consumidor pode assumir um pouco mais de risco. Quanto mais acções juntar à sua carteira, aumenta as hipóteses de rentabilidade a longo prazo. Se é mais ousado ou pode manter o dinheiro aplicado por um prazo alargado, opte por um fundo agressivo (a partir de 50% de acções). Para evitar grandes sustos, o melhor é ficar-se por um defensivo, com menos de 30% de acções. Estando a meio caminho entre a ousadia e a sensatez, escolha um neutro (30 a 50 por cento).
  • A escolha de uma categoria depende ainda da conjuntura económica. Por exemplo, em momentos de turbulência nos mercados, o mais prudente será optar por uma estratégia tendencialmente defensiva.

Investidor activo

  • Ao subscrever um fundo misto, o consumidor não tem nenhuma intervenção além da escolha do produto, isto é, as suas poupanças são geridas de forma menos activa. Pode ser cómodo e simples. Mas não será necessariamente o mais rentável.
  • Se tem tempo para acompanhar os mercados, consulte o nosso sítio financeiro na Net (www.proteste.poupanca.pt) e componha uma carteira de fundos. A estratégia exige, no entanto, um montante mínimo muito superior ao dos fundos mistos, sendo recomendáveis cerca de 10 mil euros.
  • Encontrará ainda conselhos sobre os melhores fundos e o momento para ajustar a carteira, quando surgirem oportunidades para fazer render ainda mais os seus investimentos.

fonte:http://www.deco.proteste.pt/p


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